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Vereador Gilmar da Farmácia é condenado a 5 anos de reclusão por comercialização de medicamento produzido no Paraguai.

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O vereador Gilmar da Farmácia (PV) que atualmente está afastado do legislativo municipal devido as investigações da operação Kobold, que analisa o fato do legislador juntamente com outros edis praticarem crime de peculato desvio, tem mais um problema na justiça para se preocupar.

Isso porque na última sexta-feira, dia 05 de julho Gilmar da Farmácia foi condenado pela Juíza de direito Drª Cristiane Soares de Brito, pelo crime de venda de medicamento falsificados em um estabelecimento farmacêutico o qual era funcionário.

Na denúncia apresentada pelo Ministério Público de Minas Gerais, Gilmar da Sila Martins (Gilmar da Farmácia) juntamente com Marlei Izaias da Silva e Marcilei Isaias da Silva, comercializavam e tinham em depósito para vender insumos farmacêuticos falsificados, sem registro no órgão de vigilância sanitária competente e sem as características de identidade e qualidade admitidas para a sua comercialização.

A ação movida pelo MP, aponta que na ocasião foram apreendidos no estabelecimento 26  comprimidos do medicamento PRAMIL (para disfunção erétil), proveniente do Paraguai, produzido pelo Laboratório Novophar Divison de La Quimica Farmaceutica S/A, os quais se encontram em total desacordo com a legislação brasileira.

Também consta na denuncia que Gilmar e os demais envolvidos, omitiram informações à autoridade fazendária, além de fraudarem a fiscalização tributária, omitindo operação de qualquer natureza em documento ou livro exigido pela lei fiscal.

Conforme estabelece a sentença o vereador foi condenado na Comarca de Nova Serrana a 05 anos de reclusão e 500 dias multa.

Nossa redação segue trabalhando na decisão judicial e todas as informações sobre o caso podem ser conferidas na edição impressa do jornal O Popular nesta quinta-feira, dia 11 de julho.

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