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Abuso Sexual

Homem estupra filha de 07 anos e diz que a confundiu com mulher

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Um homem, de 38 anos, foi preso suspeito de estuprar a filha, de 7 anos, no bairro Paulo VI, na região Nordeste de Belo Horizonte. O caso aconteceu no último sábado (11/09). De acordo com o boletim de ocorrência, o suspeito alega ter confundido a criança com uma mulher, com quem teria saído na noite anterior. Aos militares, o homem alegou ainda que estava sob efeito de cocaína e álcool, mas que ao perceber o ocorrido desistiu de continuar o ato.


Segundo o registro policial, a menina de 7 anos estava com a irmã mais velha na casa do pai, quando ligou para a mãe pedindo que a buscasse. Quando questionadas sobre o ocorrido, a irmã mais velha contou que o pai tirou o short da mais nova e acariciou as partes íntimas.

A mãe, então, acionou a Polícia Militar, que encontrou o suspeito no dia seguinte. Aos militares, o homem afirmou que estava sob efeito de drogas e que em um primeiro momento confundiu a filha mais nova com uma mulher com quem teria saído na noite anterior enquanto as filhas estavam dormindo em casa.

Mas de acordo com o suspeito, depois que ele abaixou os shorts da criança, ele teria retomado a consciência e nenhum ato foi praticado. Ele afirmou aos militares ainda que voltou para o quarto e foi dormir depois do ocorrido. Segundo o suspeito, ele buscava as crianças para passar o fim de semana em sua casa a cada 15 dias.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher, Criança, Adolescente e Vítimas de Intolerâncias (DEMID), no Centro da capital.

Por meio de nota, a Polícia Civil informou que ratificou a prisão em flagrante do homem por estupro de vulnerável. Ele foi encaminhado ao sistema sistema prisional e pode ser condenado a pena de 8 a 15 anos de prisão.

Em depoimento, ele reiteirou que estava sob efeito de bebida e drogas.

A instituição informou ainda que solicitou medida protetiva de urgência e que o caso segue em investigação na Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente.

Fonte: Por LETÍCIA FONTES –  O Tempo

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