Conecte-se conosco

Divinópolis

Covid-19: Vigilância Sanitária apura supostas irregularidades no tratamento de pacientes na UPA em Divinópolis

Avatar

Publicados

em

A republicação total ou parcial deste conteúdo é gratuita desde que citada a fonte com o link para o site do portal "opopularns.com.br" | A não citação da fonte com o link para o site implicará em medidas judiciais de acordo com a lei de direitos autorais 9610/98.

A Vigilância Sanitária de Divinópolis apurou, nesta quarta-feira (9), supostas irregularidades que podem colocar em risco a vida dos pacientes que estão no Hospital de Campanha, na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Padre Roberto, em tratamento contra a Covid-19.


Segundo o órgão, uma denúncia feita pelos funcionários da unidade e averiguada pela Comissão de Saúde do município, informou que faltam medicações para o tratamento de pacientes intubados. Além da falta de medicações, falta também bombas de infusão, que são utilizadas para administrar os sedativos.

Diante da denúncia, a Vigilância solicitou à empresa que administra a UPA informações da real capacidade de medicamentos para o tratamento dos pacientes, dando à empresa o prazo de 24 horas para resposta. Sem retorno até o vencimento do prazo, a Vigilância foi até a UPA na noite desta quarta para averiguar o caso.

Para a produção do MG2a empresa disse que não iria se manifestar sobre o caso nesta quarta e que só vai falar sobre o assunto nesta quinta-feira (10).

Denúncia

A denúncia partiu de funcionários da UPA e foi oficializada pela Comissão de Saúde, que tem o vereador Zé Brás (PV) como presidente. Segundo ele, os vereadores foram até a UPA para conferir de perto as supostas irregularidades.

O parlamentar afirmou que os vereadores descobriram que alguns medicamentos que são usados para intubação estão com estoque zerado e também que a quantidade de bombas de infusão que servem para administrar as medicações é insuficiente para a quantidade de leitos do Hospital de Campanha.

“Há capacidade apenas para oito pacientes”, disse o presidente da Comissão.

Diante da denúncia, a Vigilância autuou o instituto pedindo posicionamento e deu prazo de 24 horas para resposta que não foi dada.

“A legislação fala que é necessário quatro bombas para cada paciente e não tinha esse número. Lavramos autuação e demos prazo de 24 horas para que o instituto manifeste qual a sua real capacidade de atendimento. O prazo venceu e não obtivemos repostas”, destacou a diretora da Vigilância em Saúde, Érica Camargos.

A Vigilância foi até a UPA na noite desta quarta, por volta das 19h, onde por meio de reuniões e averiguações tenta uma solução para o problema. Até a última atualização da reportagem, a equipe ainda estava na unidade.

Fonte: G1 Centro-Oeste

Foto: Divulgação/Prefeitura de Divinópolis

Clique aqui e faça parte de nosso grupo de whatsapp

Clique aqui e siga-nos no instagram

Clique aqui e siga-nos no facebook

JORNAL O POPULAR – A NOTÍCIA COM DEVE SER

Mais lidas