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Política

Valdir das Festas Juninas inicia manifestação de sua defesa

Israel Silveira

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Vereador inicia pronunciamento pedindo desculpas a população por transtornos causados, e aponta que se servidora era fantasma as obras que vieram por meio dela também são

Valdir das Festas Juninas usou seu direito de ampla defesa durante o julgamento de cassação que ocorre nesta terça-feira, dia 14 de julho. Ao iniciar seus argumentos o edil apontou que obras foram realizadas por meio das reivindicações que foram levadas ao gabinete por meio da servidora.

Valdir ainda comentou sobre o fato de que houve transtornos ao município e emocionado salientou que carrega dos seus pais foi sua índole, apontando que se cometeu erros por não delegar trabalho interno para a servidora o fez pela população.

Confira parte das falas do vereador Valdir das Festas Juninas

“Primeiramente quero pedir a toda à população desculpas pelos transtornos que causados com minha atuação. Como todos os senhores sabem a nossa cidade é muito atípica de todas as outras cidades do estado de minas gerais, devido à correria em todo cidadão tem tempo para levar suas reivindicações para a casa legislativa.

Pessoas que não conhecem a minha índole apontam que a servidora era fantasma, então é fantasma tantas ações chegadas até mim pela servidora. Todo o período de serviço nessa casa dei o melhor de mim para a população.

Senhores eu conheci de perto a pobreza, mas isso não me fez um derrotado, muito menos vítima do próprio sistema que prega que só prospera quem nasce em berço de ouro carrego comigo a dignidade que é o maior presente que meus pais puderam me dar.

É muito fácil dar uma moeda a um mendigo, e tirar nossa culpa do espetáculo da miséria, seria muito fácil, de repente poderíamos resolver o problema no momento e sair com a consciência limpa.

Tiver 1064 votos nessa cidade, eles foram merecidos, trabalhados e conquistados, graças a deus eu não precisei pagar ninguém para votar em mim.

Sempre morei na periferia da cidade e conheço as necessidades do cidadão. Já me vesti de palhaço o que para muitos poderia ser humilhante, para levar alegria para pessoas que poderiam estar em hospital em estado terminal, e fiz com muita alegria.

Então senhores isso que está acontecendo nesse momento pra mim é como falou a vereadora Teresinha, uma filha de papel uma vez amaçada não volta a sua forma original. Ouvi também nessa casa que se subíssemos ao alto de um prédio com um cesto de pena e jogássemos as penas jamais conseguiríamos junta-las.

Uma coisa vocês podem ter certeza, se cometi erro, eu o fiz tentando dar o melhor a população porque nem sempre a foz deles conseguem chegar onde necessitam. Em anos de vida aprendi que nunca alguém joga pedra em arvore que não dá bons frutos.

Foi questionado de como a servidoras prestava serviço nessa casa, eu passava a ela demandas semanais, de locais onde as pessoas não tinham tempo de chegar aqui antes de fechar a casa legislativa, e assim às reivindicações chegavam até mim para que eu pudesse encaminhar aos órgãos competentes.

Eu não vim a essa casa por salário, a remuneração é muito boa, eu não sou um cara político, não ficava indo a gabinetes levando picuinhas. Nunca tive nenhuma atrito com nenhum vereador, todo esse período consegui deitar minha cabeça no travesseiro e repousar, é logico com o coração contrito pelo momento, mas graças a Deus em momento nenhum eu onerei o município com assessora que trabalhava nessa casa.

De fato se errei foi por ela fazer trabalho esterno. Sei que passa na cabeça de vocês sobre o voto quanto a esse processo, mas também quero alertar a vocês. Tomem cuidado para que vocês não cometam uma injustiça nessa casa

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