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Editorial

Uma simples conversa e nada mais!

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Como não poderia ser diferente novamente, vamos aqui, em nosso editorial abordar um pouco da política e da comunicação de nossa cidade. Precisamos continuar dando a visibilidade para os fatos ocorridos por aqui, até porque somos o principal veículo de comunicação da cidade que simplesmente não monetiza o conteúdo político e não fechamos os olhos para os fatos se os cifrões não estiverem envolvidos.

Seguindo no entendimento de tudo que tem acontecido em nossa cidade mais uma vez, elucidado pela matéria de capa dessa edição percebemos que em nossa cidade o dialogo continua se fazendo ausente.

Quando percebemos que os vereadores, nãos se sabe porquê efetivamente (pelo menos declaradamente não se sabe), estão entrando com um requerimento solicitando uma nova eleição para a mesa diretora, chegamos a conclusão de que após quase três anos dessa balburdia política os homens e mulheres do poder não aprenderam a conversar, não vai ser agora que as coisas vão mudar.

Falta diálogo, falta entendimento, falta clareza de quem tem seus motivos, mas não os expõe com medo do que a imprensa (nesse caso nós do Popular) vamos interpretar.

Ao conversar com o vereador Zé Faquinha, e ouvirmos uma declaração de que o requerimento foi apresentado pela base sem anteriormente ser mostrado e discutido com os demais vereadores, abre uma brecha para que os velhos pecados voltem à tona, e ai percebemos que o episódio é repetido.

Mais uma vez estão atropelando e tomando medidas sem conversar, sem dialogar, sem analisar os prós e os contras de medidas tempestuosas que só podem ter orientações políticas para serem lidas nas entrelinhas.

Ainda neste ano os vereadores da base perderam a oportunidade de ficar quietos e tomaram uma verdadeira lavada de cara quando foram chamados de sorrateiros e oportunistas, e agora, a falta de dialogo pode representar mais uma vez, uma ação movimentada, pelo interesse, pelo desespero ou pelo estomago.

Falta de estratégia e decisões por cunho político podem causar estragos e se os edis entendem verdadeiramente que algo caminha errado pela administração da casa porque não expor com decência e seriedade?

Ninguém assume publicamente que está indisposto, insatisfeito, ou desejoso quanto a presidência da Câmara e em meio a tantos homens que constroem esse imbróglio político, parece que Terezinha é a que tem mais culhão para bater na mesa e expor seu pensamento, sua opinião e sua vontade.

Respeitamos os vereadores, entendemos que a política tem seus pormenores, só não entendemos porque não tomam suas atitudes com maior clareza, com maior franqueza e porque não dizer com maior coragem.

Se o objetivo é político que assumam sua posição, se o objetivo é interesse em ter o poder que tornem isso público, se o objetivo é cortar as asas da presidente, compre a briga publicamente, mas faça isso com a coragem e caráter que a população deseja.

Agora se tudo isso não é um fator para se tornar público, que sejam minimamente inteligentes. Que se sentem todos ao redor de uma mesa, que as cartas sejam reveladas e que lá a comunicação funcione e as decisões sejam articuladas, construídas e pensadas.

Para quem acha que política é o show que acontece todas as terças, se algum vereador acha que ali no plenário se faz o futuro da cidade, chegamos a conclusão de estar sobrando ingenuidade ou ignorância, porque política se faz olhando olho no olho, e assim se articula, se comunica, se constrói e destrói o poder de quem quer que seja.

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