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Todos querem bike

Antônio Hortêncio

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A pandemia não trouxe só estragos. É plausível a mudança em muitos dos nossos comportamentos, principalmente na internet e nas redes sociais. Nossa capacidade de adaptação é incomensurável; sem dúvidas umas das mais importantes diferenças que nos fazem seres humanos. Bom, mais isso é assunto para os próximos escritos. Mas porque de repente todos querem bike? Seria apenas mais uma modinha? Ou necessidade de movimentar-se face às dificuldades vivenciadas pela pandemia?


Sem qualquer margem de errar lhes digo que; seriam mais que as três indagações supra. Hoje inúmeras pessoas aderiram à bike porque viram que as demais pessoas que a utilizavam estariam mais felizes e alegres, com mais disposição, e outras tantas vantagens que essa prática proporciona.

Lógico, que a modinha pegou, e pegou com vontade, pois, vimos os preços dispararem em todos os seguimentos do ciclismo, inclusive os acessórios. Aliás, a procura foi tamanha que acabou com os estoques e a corrida foi só aumentando, e o preço disparando. Inúmeras pessoas que não se exercitavam passaram a realizar o ecobike, e muitas pela modinha acabaram por comprar bikes e não se adaptarem.

Porém, em recente estudo e pela primeira vez, mediou-se o impacto da bicicleta “como elemento transformador da realidade social em três áreas centrais – Meio Ambiente, Saúde e Economia – tal estudo foi realizado pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap). Este “observou que o uso da bike pode trazer impactos extremamente positivos para os habitantes individualmente, bem como para a cidade de modo geral”.

Além disso, a bicicleta pode servir como uma importante fonte de atividade física por parte da população, que apresenta uma taxa de inatividade de 25%. Mais atividade física significa uma população mais saudável e fortalece a sensação de qualidade de vida, bem como pode trazer economia no transporte (passagens, combustível etc.) aumentando a renda para ser gasta com outras finalidades.

A exemplo, este pequeno advogado que subscreve estes escritos; “que nunca foi adepto de ficar no mesmo lugar por muito tempo, encontrei na bike a ferramenta antiestresse que necessitava a proporcionar o descarrego suportado por inúmeros casos traumáticos vivenciados no dia a dia da profissão. É inegável o ganho de qualidade de vida, o custo benefício não se mede”.

Assim, seguimos, seja pela pratica de um esporte, seja pelo descarrego do stress diário de nossas profissões, ou pela modinha que pegou; a bike é tudo isso e mais um pouco.

ANTÔNIO REINALDO HORTÊNCIO - Mestrando PUC-MINAS isoladas; Pós-Graduado em Direito Penal e Processo Penal pela Universidade Cândido Mendes (2019); Graduado em Direito pela Faculdade de Pará de Minas (2011). Com experiência como Advogado, nas áreas do Direito Penal e Processual Penal - Tribunal do Júri, proprietário do escritório HORTÊNCIO ADVOCACIA, situados nas cidades de Nova Serrana/MG e Leandro Ferreira/MG

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