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Pedro Rocha no primeiro jogo e Dedé no segundo fizeram diferença para a classificação do Cruzeiro

Chico Maia

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Foi um dos clássicos mais emocionantes dos últimos anos. Com uma raça há tempos não vista o Atlético se impôs, dominou a partida do princípio ao fim, mas não teve competência para marcar os três ou quatro gols que precisava para reverter o placar conquistado pelo Cruzeiro no jogo do Mineirão. Se Pedro Rocha com a sua atuação impecável foi o principal responsável pela vitória cruzeirense, Dedé foi o gigante no Independência para que o placar ficasse em apenas 2 a 0 para o Galo. Que atuação do zagueiro cruzeirense! Fábio dessa vez trabalhou muito, e bem; outro grande responsável pela classificação merecida esta noite no Horto.

No Atlético, Chará e Patric jogaram demais; Jair entrou bem na vaga que era do Zé Wellison; Cazares jogou dessa vez. O técnico Rodrigo Santana pôs todos os atacantes que estavam à sua disposição, com Luan, Geuvânio e Ricardo Oliveira entrando no segundo tempo, arriscando tudo a partir dos 15 minutos. Mas não funcionou. Cazares aos 34 de jogo e Patric aos 46, no apagar das luzes. Insuficientes, porque o Cruzeiro teve competência para marcar três e tomar apenas dois.

CHICO MAIA é jornalista formado pelo Uni-BH (antiga Fafi-BH) e advogado pelo Unifemm-SL. Trabalhou nas rádios Capital, Alvorada FM, América e Inconfidência. Na televisão, teve marcante passagem pela Band Minas e também RedeTV!. Foi colunista do jornal Hoje em Dia e atualmente escreve para os jornais O Tempo, Super Notícia e participa às terças-feiras do programa Rádio Vivo, da Rádio Itatiaia, apresentado por José Lino Souza Barros. Começou na Rádio Cultura de Sete Lagoas, cidade onde fundou o Jornal Sete Dias. Cobriu as Copas do Mundo do México, Itália, Estados Unidos, França, Coréia/Japão, Alemanha e África do Sul. Também cobriu os Jogos Olímpicos de Atlanta, Sydney, Atenas, Pequim e Londres, além da Eurocopa 2012 e várias Copas América.

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