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Covid-19: Em crise Minas só tem estoque para três dias do ‘kit intubação’, diz secretário

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A crise do coronavírus na saúde pública mineira atingiu os níveis mais preocupantes de tratamento a População. E segundo o executivo estadual, Minas Gerais só tem Kit Intubação para mais três dias de atendimento.


Atualmente quase 3.000 pessoas estão internadas em leitos de UTI para tratamento da Covid-19 em Minas Gerais. O quadro presenciado quanto aos insumos e de quase colapso da rede de saúde, e em cadeia, a hospitalização tem gerado um outros problemas, cada vez mais graves.

Segundo declarou o secretário de Estado de Saúde, Fábio Baccheretti pelo, diante do aumento da demanda em várias regiões, mesmo com a implantação da Onda Roxa há quase 15 dias, Minas tem estoque do kit intubação limitado para apenas mais três dias.

“É o ponto mais crítico que estamos enfrentando. O que mais vem preocupando é a lentidão na distribuição desses medicamentos pelo governo federal. Existe uma organização muito consistente da Secretaria, tem uma rede solidária pactuada junto com o Ministério Público e conseguimos observar todo o estoque. Nesse momento, o medicamento chega a conta gotas e não temos um estoque grande. Conseguimos garantir três dias”, informou.

Na última semana, Ministério da Saúde anunciou a distribuição de 2,8 milhões de medicamentos de intubação em todo o país. Contudo a medida não resolve o problema vivenciado em Minas, já que segundo  Bacheretti, a quantidade destinada até o momento para Minas não é suficiente para normalizar o volume de atendimentos.

“Deve receber nos próximos dias o restante, porque a maior parte não veio. A promessa é também que em abril não falte mais”, disse o secretário.

Segundo Baccheretti, a pasta federal requisitou o volume de insumos do kit intubação, que são sedativos e relaxantes musculares, da indústria nacional.

“O fluxo regular das empresas e hospitais foi cortado e agora dependemos do repasse do governo federal. Necessitamos também da boa intenção dos hospitais em falar o estoque real”, finalizou.

Atualmente, o estado tem uma ocupação de quase 92% nos leitos de UTI destinados para pacientes com a doença, com as situações mais graves nas regiões Central, Oeste e Vale do Aço.

Fonte: com informações O Tempo
Foto: reprodução

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