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Cassação é tema de debate no legislativo municipal

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Nesta terça-feira dia 21 de maio, foi realizada a 15 reunião ordinária da Câmara de Nova Serrana, e durante as falas dos edis, a apresentação de pedidos de cassação dos seis vereadores afastados foi colocado em debate.

Em seu pronunciamento o vereador Jadir Chanel (MDB) afirmou que tem recebido mensagem e tem sido marcado em compartilhamentos nas redes sociais onde apontam que populares estão pedindo pela cassação dos edis afastados.

Segundo Jadir, ele estaria apresentando um pedido e contava com a assinatura dos demais vereadores para a cassação dos afastados. Jadir ainda ponderou que “os eleitores devem procurar os vereadores em quem eles votaram e devem pedir para que assinem o pedido para de cassação dos vereadores afastados, esse pedido não é mérito da justiça e sim do legislativo, por isso temos que tomar medidas e agir quanto a cassação”. Disse Jadir Chanel.

O vereador ainda apontou que o mérito do afastamento é da justiça, mas o cassação é dos vereadores e diante de tudo que já ocorreu os edis devem remover a cassação dos colegas.

Telhado de vidro

Após as considerações de Jadir Chanel o vereador William Barcelos (PTB), considerou que a cassação deve ser feita caso seja comprovado na justiça os crimes por conta dos vereadores afastados. “Não me oponho em caso sejam condenados que seja feita a cassação, mas antes da decisão por parte da justiça, prefiro ser cauteloso, entendo que a situação é delicada e agir de forma precipitada pode causar ainda mais dano a casa”, disse o vereador.,

Barcelos também considerou que  “a cassação não é prerrogativa exclusiva de vereador, qualquer cidadão pode entrar com o pedido de cassação, e ainda tem que se fazer a coisa direito, não vou assinar o pedido porque se o fizer não posso votar, o vereador que assina o pedido de cassação não pode votar, assim determina o regimento, e com a questão dos dois terços deve se avaliar de forma correta como se deve proceder em uma situação com essa”, considerou.

William Ainda apontou que o posicionamento do vereador deve menos passional, uma vez que até ele (Jadir) já foi acusado de crimes graves e pode também vir a ser cassado. “quem joga pedra tem que estar sujeito a receber. Você colega Jadir já teve caso de nepotismo, já teve assessor exonerado por esse motivo, e também está sujeito a medidas semelhantes”, apontou.

Antes de finalizar o vereador afirmou que a medida deve ser feita com equidade, assim como se procede a justiça; “Não devemos votar por emoção, devemos votar de forma equidistante, assim com se posiciona a justiça, se fosse olhar por emoção, a maior parte destes vereadores queriam a minha cassação em 2017 e se fosse agir assim, eu seria o primeiro a votar favorável, mas temos que agir dentro das diretrizes da lei”. Finalizou o Barcelos.

Confira essa e outras notícias na edição impressa do Jorna O Popular, desta quinta-feira, dia 23 de maio.

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