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Semana decisiva para o povo mineiro

Luciano Augusto

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Pois bem, chegamos a última semana das eleições no pleito de 2018, é o segundo turno nas alterosas entre dois candidatos, que poucas pessoas imaginariam estarem disputando o cargo de nos representar no executivo estadual.

Se fossem por alguns institutos de pesquisa a disputa seria entre Fernando Pimentel e Antônio Anastasia, mas uma onda da cor laranja tomou conta da última semana do 1º turno colocando Romeu Zema (NOVO), na disputa com o Anastasia (PSDB).

Tenho observado com muita cautela as pesquisas desse segundo turno, sobretudo, as de Minas Gerais. No último sábado aconteceu na TV Record Minas o segundo debate entre os candidatos e vou procurar destacar um ponto positivo de cada candidato; primeiro Romeu Zema, que admitiu de forma consciente que revisou parte de seu plano de governo e promoveram alterações, isso é bom, por que, demonstra flexibilidade do candidato e sua equipe.

Quanto a Antônio Anastásia (PSDB), ele encarou perguntas espinhosas, tais como, em relação ao ex-governador Aécio Neves, respondendo que o governo será dele e que na vida pública de Minas Gerais deste nossa Constituinte estadual e ingressou pela porta técnica no governo de Hélio Garcia. A resposta de Anastásia repassa ao eleitor a segurança de que estão votando nele, um técnico que ingressou na carreira politica.

Algo me chama atenção para os dois candidatos e é algo bom, ambos estão com o discurso da necessidade de pessoas técnicas na administração pública, diminuição da máquina, com a consequente eliminação de muitos cargos políticos, que na maioria das vezes, não obedecem a conhecimentos para determinadas funções.

Na primeira coluna pós primeiro turno eu disse que o povo de Minas acertou na escolha de ambos, para aprofundarmos nas propostas e ideias de cada um deles.

Minas Gerais, possui um imenso desafio já para o próximo ano o Estado enfrenta uma grave crise financeira, segundo o orçamento enviado a Assembleia de Minas Gerais, Minas terá para o próximo ano um déficit de R$ 11,4 bilhões de reais, o valor esta na LOA (Lei de orçamento anual).

O atual governo ao enviar a LOA, para a Assembleia justificou através de mensagem que o  que o déficit orçamentário é decorrente da insuficiência de receitas e, principalmente, pelo não crescimento da arrecadação. O gasto com a previdência dos servidores públicos e com a folha de servidores na ativa são os principais pontos de pressão dos cofres estaduais “Sobre esse ponto, vale destacar a situação delicada a que se submete o orçamento fiscal de Minas Gerais nos últimos anos, cujos déficits têm sido cada vez mais pressionados pela insuficiência de receitas previdenciárias para custear todos os gastos com servidores inativos e pensionistas” afirma a mensagem.

Ainda segundo a mensagem, para  tentar minimizar a situação, o governo de Minas alega que tem atuado para ampliar as receitas e conter o crescimento da despesa pessoal. Outra medida é a redução de contratos e o estabelecimento de limites de gastos para alguns tipos de despesas.

Administrar nosso Estado com esse déficit, não será tarefa fácil no dia 28 voltaremos novamente às urnas e vamos definir quem ira gerir nosso Estado, como sempre digo: “ que as propostas leia-se “as melhores” possam vencer, pelo bem de Minas Gerais”

Para inspirar e recomendo ouvir:

“Sou do Mundo. Sou Minas Gerais” Lô Borges

LUCIANO AUGUSTO O. LOPES é bacharel em Direito pela Sociedade Dom Bosco de educação e cultura - Faculdade de Ciências Econômicas, Administrativas e Contábeis - Divinópolis (2012). Advogado inscrito na Seccional OAB Minas Gerais, desde 2015, com ênfase em Direito Público, atuando nas áreas do Direito Eleitoral, Administrativo. Possui diversos cursos voltados para o Marketing Político Eleitoral, tem experiência em campanhas políticas e na gestão de projetos políticos.Há habilidade em comunicação tendo atuado na função de radialista/jornalista

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