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Quatro investigados por assaltar casa são presos em Montes Claros

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Quatro homens foram presos na última quinta-feira, dia 06 de agosto, em uma investigação que apura um roubo em Montes Claros (MG). O crime ocorreu em 26 de junho e, segundo a Polícia Civil, foi planejado nos mínimos detalhes. O alvo do grupo foi uma casa, que fica em lugar distante e não tinha câmeras de segurança.

“Eles viram quando o dono saiu e invadiram encapuzados e com armas. Renderam duas funcionárias, praticando severas ameaças físicas e psicológicas. Uma truculência enorme, com restrição de liberdade. Um bebê de apenas sete meses, filho do dono, estava na casa, e eles não tiveram sensibilidade quanto a isso”, diz o delegado Diego Flávio Carvalho Pereira.

As investigações apontam que os criminosos permaneceram cerca de uma hora na residência, sendo que a maioria do tempo a empregada e a babá ficaram no chão, com armas apontadas para a cabeça.

Os assaltantes fugiram de carro e levaram televisões, celulares, bebidas importadas, relógios, joias, entre outros itens. O prejuízo chega a R$ 20 mil. Uma parte dos objetos foi recuperada.

O delegado diz que todos investigados já possuem envolvimento com roubos.

“Nós temos a confissão de dois deles, sendo que os outros negam. Os elementos levantados no inquérito, no entanto, demonstram com clareza a autoria dos quatro. Na casa de um, inclusive, encontramos a roupa, a máscara e a peruca usadas no momento do crime para camuflar a identidade”, comenta.

‘Só pensava no meu filho’

O dono da residência, que prefere não se identificar, relata que ficou sabendo do assalto quando estava no trabalho.“Me ligaram e fui correndo. Só pensava no meu filho, que tem apenas sete meses. É uma sensação horrível, de impotência, de não poder fazer nada. Os bandidos aterrorizam as funcionárias, elas ficaram em pânico”, relembra.

Ele conta que o sistema de proteção da casa estava com defeito, o conserto estava previsto para dois dias após o roubo.

“Foi falta de sorte. Mas o importante é que todos ficaram bem, apesar do susto. O prejuízo fica, mas o problema maior é tirarem a privacidade da gente, a segurança”, relata.

Foto/Fonte: Por Paula Alves, G1 Grande Minas

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