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Editorial

O espetacular circo do oportunismo

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A palavra oportunista tem aparecido com frequência no cenário político de nossa cidade. O Juiz chamou a atitude de vereadores de oportunista e agora, nesse editorial, nós deste Popular precisamos colocar essa palavra novamente em evidência.

Acredite, procuramos durante toda a noite e no decorrer da confecção desta edição uma palavra diferente que poderia se encaixar na descrição do sentimento que temos sobre os fatos presenciados no legislativo na noite desta terça-feira.

Contudo ao lermos sobre o ignificado de oportunismo, tivemos a certeza de que um termo melhor dificilmente seria encontrado. Segundo encontrado no sábio Google, oportunismo significa tendência, prática ou política, de tirar proveito de ou acomodar-se a oportunidades, circunstâncias ou fatos, em transigência ou em detrimento dos princípios ou de normas. É o comportamento de quem pauta sua conduta segundo as circunstâncias, de quem subordina seus princípios a interesses momentâneos.

Se tratando de política temos a certeza de que o oportunismo é uma prática que vem há muito sendo utilizado por aqueles que se colocam como cidadãos políticos de nossa cidade.

Em uma noite onde o executivo montou um circo e o ex-prefeito tentou ser oportunista, o que evidenciamos foi um desenvolvimento político retrógrado de uma gestão sem estratégia, desiquilibrada e que agora namora com a acusação de nepotismo não somente em sua base no legislativo, mas também, em sua administração.

Se tratando de oportunismo Paulo Cesar de Freitas, o prefeito que deu origem positivamente e pejorativamente quanto a toda a situação presenciada pelo fundo previdenciário, tentou bater no peito e dar a ordem aos vereadores que votassem na proposta, tentando fazer com que a aprovação passaria por sua autorização.

Contudo em meio a uma fala até sobrea, contudo sim oportunista do ex-prefeito, o show do executivo começou. Em média 60 comissionados estiveram na casa para pressionar os vereadores a aprovar o projeto substitutivo que já estava previamente aprovado.

Quando falamos em secretários armando o circo não estamos sendo sensacionalistas. Estavam presentes, o secretario de desenvolvimento social, de obras, o de indústria e comércio (me chame de corrupto, lembram desse episódio com Paulo Cesar?) a secretária de saúde, o secretário de administração, o chefe de gabinete, o diretor da guarda municipal, o diretor de comunicação e mais uma leva de comissionados que incluem nomes do fundo previdenciário.

Todos estes estavam lá para vaiar, para pressionar, para fazer um circo em uma situação que já estava resolvida. Seria lindo se os mesmos tivessem tido a mesma disposição para participar de uma reunião quando a proposta foi debatida em audiência pública. Contudo por falta de culhão ou estratégia os mesmo ficaram em suas casas e só armaram a barraca quando a coisa estava resolvida.

E por falar em culhão, seria hora e momento propício para um embate entre o atual prefeito e o político, que conforme gritou a militância está inelegível. Era o momento do prefeito discursar na tribuna, mostrar a sua força, ser aplaudido por seus comissionados e ter o projeto aprovado, mas faltou talvez vontade ou estratégia para que isso ocorresse.

Ainda falando sobre o circo, como não pode faltar em momentos como esses no legislativo, faixa de “deixa o homem trabalhar” foram levantadas. Sinceramente passou de imediato em nossas cabeças uma alusão infeliz ao PT e ao presidiário Lula, pensamos que isso seria uma coincidência, mas nos veio a memória que Euzébio é um petistas de origem, sendo assim, o saudosismo deve ter vindo a tona, afinal quem segurava a faixa, segundo apurado era servidor do executivo municipal.

Por fim o circo se calou quando o nepotismo foi jogado na mesa. Dai surgiram os burburinho, primo é parente? Pela sumula 13 sim e os conjugues deles também. Com certeza quando o casamento foi celebrado eram íntimos e parentes, mas o fato principal é que o circo foi silenciado como quando em um estádio o time adversário faz um gol, e a torcida se cala lamentando ou simplesmente não acreditando no que está acontecendo.

Finalizando queremos ainda lembrar aos nossos leitores que todas as informações foram colocadas com responsabilidade nas matérias desta edição do Popular, e se você por algum motivo está lamentando por não ter visto todo esse espetacular circo do Oportunismo in loco, queremos lhe consolar com a certeza de que esse espetáculo não será o último a ser assistido em nossa política local.

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