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Nova Serrana avança na habitação: 300 casas do Minha Casa, Minha Vida começam a sair do papel

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Reunião do GIPP marca início das ações para os residenciais Primavera I e II, que vão beneficiar famílias de baixa renda no município.


A Prefeitura de Nova Serrana deu mais um passo importante na política habitacional do município. Nesta terça-feira (10), foi realizada a primeira reunião oficial do Grupo Institucional do Poder Público (GIPP), ligado ao programa Minha Casa, Minha Vida – FAR, para tratar dos empreendimentos Residenciais Primavera I e II.

O encontro marcou a instalação formal do grupo, a apresentação dos membros e o alinhamento das diretrizes de atuação, além da definição das primeiras ações voltadas à implantação dos dois conjuntos habitacionais.

Durante a reunião, o secretário municipal de Desenvolvimento Social, Maurício Lacerda, destacou a importância da integração entre as diferentes áreas do poder público para garantir que a política habitacional esteja conectada a outras políticas sociais.

Segundo ele, moradia digna vai além da entrega das casas.

“Precisamos assegurar condições adequadas de moradia, o que envolve não apenas a habitação em si, mas também o acesso à assistência social, educação, saúde, transporte, geração de trabalho e renda e segurança pública”, afirmou o secretário.

O encontro contou ainda com a presença do vice-prefeito Kito Faria, que reforçou o compromisso da administração municipal em garantir moradia digna para as famílias que mais precisam.

Também participaram representantes da Caixa Econômica Federal, Fábio Castro e Antônio Carlos, além da equipe responsável pela apresentação do Trabalho Social, que será desenvolvido com as famílias beneficiadas, conforme prevê a Portaria MCID nº 75/2025.


300 MORADIAS PARA FAMÍLIAS DE BAIXA RENDA

Os empreendimentos Primavera I e II vão disponibilizar 300 moradias destinadas a famílias de baixa renda de Nova Serrana.

Do total de unidades habitacionais:

  • 50% serão destinadas prioritariamente a famílias em situação de vulnerabilidade social, atendidas pelo Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC) ou que tenham pessoa com microcefalia causada pelo vírus Zika.

  • Para essas famílias, o imóvel será concedido gratuitamente.

Além disso, o projeto prevê reserva de unidades para públicos prioritários:

  • 3% para idosos

  • 3% para pessoas com deficiência

  • 3% para pessoas em situação de rua

A iniciativa busca garantir que a política habitacional atenda principalmente quem mais precisa, ampliando o acesso à moradia digna no município.

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