Conecte-se conosco

Governo Federal

Ministério da Saúde apresenta dados de distribuição de equipamentos contra covid-19

Avatar

Publicados

em

Neste momento, o secretário executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco; o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos, Hélio Angotti Neto; e o secretário especial de Saúde Indígena, Rodrigo Santana  participam de entrevista online sobre o balanço de distribuição de equipamentos, insumos e medicamentos para o combate à covid-19.

Covid-19: mortes caem 11% e número de casos se mantém estável

O número de mortes por covid-19 caiu 11% na 35ª semana epidemiológica em comparação com a anterior. Já o número de casos confirmados da doença ficou estável, com uma oscilação de -1% no mesmo período.

Na observação por estados, em relação às mortes por covid-19, três tiveram aumento, sete ficaram estáveis e 17 apresentaram redução dos índices. Os maiores aumentos ocorreram no Amapá (71%) e em Rondônia (31%). Já os decréscimos mais significativos se deram no Acre (55%) e no Ceará (39%).

Já quando considerados os casos, nove Unidades da Federação tiveram acréscimo nesta última SE, sete ficaram estáveis e onze experimentaram uma queda das notificações. Os locais com crescimento mais destacado foram Rio Grande do Sul (37%) e Ceará (32%), enquanto os com diminuições mais efetivas foram Rio de Janeiro (37%) e Espírito Santo (36%). Leia mais

Estudo brasileiro: corticoide reduz gravidade de efeitos da covid-19

Pesquisa feita por um grupo de hospitais e institutos de pesquisa brasileiros mostrou que o uso do antiinflamatório corticoide dexametasona diminui os dias com respiração artificial em pacientes adultos hospitalizados com síndrome respiratória aguda grave causada pela covid-19. O estudo foi publicado na quarta (2) no periódico científico Journal of the American Medical Association (Jama).

Segundo a pesquisa, o número de dias fora do respirador artificial foi maior nos pacientes tratados com dexametasona (média de 6,6 dias) do que no grupo controle (média de 4 dias). O aumento de tempo fora do respirador artificial significa menor risco de complicações decorrentes da permanência nas unidades de tratamento intensivo (UTI), liberação de leitos e economia de recursos humanos e financeiros.

Fonte: Agência Brasil

Mais lidas