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Belo Horizonte

Homem é preso com bomba em prédio de BH e diz ser simpatizante do islã

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Um homem de 39 anos foi preso na manhã desta segunda-feira (1) após colocar uma bomba em um prédio residencial localizado na avenida Cristiano Machado no bairro da Graça, na região Leste de Belo Horizonte. Ele disse que fez isso pois é simpatizante da religião islâmica e segue os ensinamentos de Alá.


Segundo o boletim de ocorrência da Polícia Militar, a corporação foi acionada por volta das 9h por um morador, que encontrou o artefato estranho em cima de uma mureta, no canto do estacionamento. O Grupamento de Ações Táticas Especiais (Gate) foi para o local e desarmou o artefato explosivo.

Após analisar as imagens do circuito interno de segurança do prédio, que flagraram o suspeito deixando o objeto no local e saindo, ele foi identificado, abordado e preso em seu apartamento.

Aos militares, o suspeito disse que é simpatizante do islã e tem interesse por materiais explosivos. Afirmou ainda que, quando detonasse o artefato, iria gritar o termo árabe “Allahu Akbar”, que significa Alá é Grande.

Ele relatou também que pesquisa sobre a montagem de explosivos na “deep web” – parte da internet que não pode ser achada no Google e onde muitos crimes são planejados – e faz parte de uma associação que faz experimentos físicos e químicos.

Na versão dele, a associação tem 13 membros, de Belo Horizonte e Contagem, na região metropolitana da capital, que se reúnem para discutir projetos. Perguntado sobre suas preferências religiosas, o homem disse aos policiais que gosta de ver “o circo pegar fogo”.

Ainda segundo a polícia, a bomba foi produzida de forma caseira e o suspeito tinha um vasto conhecimento de como produzir o artefato. Ele disse que ia explodir o objeto para testes. O homem utilizou pólvora para produzir a bomba e o acionamento dela seria de forma remota por meio de um circuito elétrico.

A ocorrência foi encaminhada à Delegacia de Plantão da Polícia Civil (Deplan 1), no bairro Floresta, também na região Leste da capital. O caso será investigado.

FONTE: Por NATÁLIA OLIVEIRA –  O TEMPO

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