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Família ajuíza ação e pede indenização milionária após morte de menina em UPA de Divinópolis
A família de Thallya Beatriz da Silva Pinto Satiro, de 4 anos, entrou com uma ação judicial contra a empresa gestora da UPA, a Prefeitura de Divinópolis e o Estado de Minas Gerais, pedindo uma indenização considerada milionária em razão da morte da criança ocorrida em abril de 2024 na UPA Padre Roberto Cordeiro Martins, em Divinópolis (MG).
Os pais alegam que a filha não apresentava problemas de saúde e questionam o atendimento médico prestado na unidade de urgência. O atestado de óbito apontou crise convulsiva como causa da morte, mas a família nega que Thallya tenha apresentado convulsões ou histórico de doenças graves.
Motivos da ação
– A ação foi proposta após a exumação do corpo da menina, autorizada pela Justiça para permitir uma investigação mais aprofundada, já que a causa da morte havia sido considerada indeterminada no laudo pericial.
– Os pais alegam possíveis falhas no atendimento médico e buscam reparação por danos morais e materiais.
Valores e pedidos
Na ação, a família requer:
• Indenização de cerca de R$ 1,6 milhão, correspondente a 200 salários mínimos para cada membro do núcleo familiar.
• Pensão vitalícia equivalente a um salário mínimo por mês, conforme previsão do Código Civil.
Posicionamentos e próximos passos
Até o momento, não houve resposta oficial da UPA, da empresa IBRAPP (que administrava a unidade na época) nem das instâncias públicas acionadas quanto ao processo. O espaço para manifestação segue aberto às partes envolvidas.



