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Copasa em Nova Serrana: Euzébio afirmou que contrato foi aprovado por falha do procurador jurídico à época

Israel Silveira

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Foi anunciado na última quinta-feira, dia 21 de maio, o cancelamento da concessão para fornecimento de água e tratamento de esgoto, cedida por meio de contrato entre a Copasa e o Município.

O anuncio foi feito pelo prefeito Euzebio Lago que em entrevista coletiva realizada na sexta-feira (22) foi informado que esta é uma medida drástica que foi tomada após o município buscar de todas as maneiras pela regularização do serviço e diálogo com a estatal.

Conforme pontuou o prefeito, “o episódio do fim de semana, onde houve falta de água em toda a cidade, foi a gota d’água para que uma ação ainda mais drástica fosse tomada. Não houve falta de diálogo e falta de tentativa. Tentamos de tudo, mas chegou ao ponto que não dá mais”. Disse o prefeito.

Contrato dificulta o processo

Ainda durante a coletiva o prefeito de Nova Serrana fez várias críticas ao contrato firmado em 2010, quando o chefe do executivo municipal era Paulo Cesar de Freitas.

O contrato no entendimento do jurídico da administração municipal é leonino (abusivo), onde somente a Estatal tem vantagens frente ao município de Nova Serrana.

Diante das várias críticas feitas ao contrato, este Popular então questionou ao prefeito o porque que ele e o atual presidente da Câmara votaram favoráveis a assinatura do contrato, uma vez que tanto Euzebio Lago, como o atual presidente da Câmara Municipal Ricardo Tobias, estavam no legislativo quando o contrato foi aprovado pela casa.

O prefeito então fez duas considerações sobre o fato, primeiramente Euzebio pontuou que não é advogado para ter conhecimento técnico do contrato, e considerou que “presidente não vota projeto”.

Ricardo Tobias, respondeu a pergunta feita por nosso jornal afirmando que “na época a cidade tinha uma população e 67 mil habitantes, era uma situação de urgência e emergência e naquela época a Copasa funcionava e bem, de um tempo pra cá ela desencadeou e parou de atender os compromissos necessários”.

Após as falas de Ricardo nossa reportagem expôs que o ponto perguntado não é referente a prestação de serviço, mas sim o porque que os vereadores permitiram que um contrato tão “leonino”, e questionou se os edis não avaliaram o contrato encaminhado para aprovação pelo legislativo.

Assumindo novamente a fala o prefeito Euzebio afirmou que “se fosse hoje, com a experiência que temos esse contrato não seria aprovado. Era papel do procurador, foi uma falha do jurídico da Câmara que não nos alertou sobre essas clausulas maléficas, assessoria cometeu falha”. Afirmou Euzebio Lago.

Abaixo – vídeo da perguntar feita pelo jornal O Popular, compartilhado no grupo Debate político.

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