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Carga com calçados falsificados de Nova Serrana apreendidos na BR-381

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Cerca de 6 mil pares de Tênis, chinelos, sandálias, botas e calçados infantis foram apreendidos em Betim pela PRF e Receita Federal após desconfiança de pedidos de registros de MEIs.

A Receita Estadual (RE) divulgou na tarde desta quarta-feira dia 19 de junho que foi apreendido uma carga de calçados falsificados na BR-381, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo informado foram apreendidos cerca de 6 mil pares de calçados na ocorrência.

De acordo com as informações da Receita Federal, a apreensão contou com apoio da Polícia Rodoviária Federal, e ocorreu durante a madrugada de quarta-feira.

Segundo apurado a carga foi fabricada em Nova Serrana, e seguia para o Rio de Janeiro, sendo que a mercadoria continha pares de tênis, chinelos, sandálias, botas e calçados infantis.

Conforme repassado a carga estava em uma carreta de uma transportadora, também de Nova Serrana, que foi abordada após uma investigação da Receita Estadual para apurar a regularidade de 48 registros de Microempreendedores Individuais (MEIs), criados durante o início de junho em Nova Serrana.

A Receita, aponta que os proprietários dos registros tinham o Cadastro de Pessoa Física (CPF) gerado fora de Minas Gerais, o que então levantou a suspeita de sonegação fiscal.

Foram realizadas diligências que comprovaram que as empresas não existiam nos endereços registrados.

A investigação ainda apontou que estes MEIs emitiram notas fiscais avulsas entre os dias 15 e 19 de junho para uma mesma transportadora. Sendo então esse o pontoo de partida para que a Receita monitora-se as atividades dos responsáveis.

Como resultado do trabalho de monitoramento e investigação foi realizada a abordagem da carreta e apreensão da carga nesta quarta-feira.

Por fim foi informado que durante a abordagem, foram apresentadas 56 notas fiscais. Dentre elas, uma nota fiscal de um tênis de marca famosa ao custo total de R$ 10.

A Receita e a PRF não informaram se o motorista da carreta foi preso na ação e o caso segue sendo apurado pela Polícia Civil que aprofunda nas instigações junto com a Receita Federal.

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