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Editorial

A velha política disfarçada em novas palavras!

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Engraçado quando se ouve durante as campanhas eleitorais candidatos falando que é hora de se fazer uma nova política, que é hora de renovação, que é hora de mudar os rumos do nosso país.

É engraçado ouvir essas afirmativas porque as pessoas querem mudar o futuro promovendo as mesmas práticas equivocadas do passado, as pessoas querem surgir como novos nomes nos pleitos eleitorais, porém se elegendo com os mesmos vícios políticos e quiçá com os mesmo objetivos dos velhos políticos.

Parece que os candidatos não conhecem aquela afirmativa de Albert Einstein “insanidade é continuar fazer a mesma coisa, esperando resultados diferentes”, e de fato o que percebemos é que apesar de termos novos nomes as práticas antigas continuam sendo a diretriz de uma política que se propõe a ser renovada, mas não modificada.

Usando como cristo o exemplo de Lázaro Camilo que teve sua candidatura negada por não ter efetuado a descompatibilização de sua empresa privada e como comprovado ter firmado dentro do prazo proibido por lei contrato com empresas públicas.

Tudo bem, não é todo dia que se abre mão de um contrato de R$ 1 milhão, mas se quer ser eleito tem que pagar o preço. E por falar nisso, o preço a ser pago será alto, e isso caros leitores, porque agora o candidato terá que ir a Brasília.

Não adianta simplesmente praticar a velha política e negar, espernear, fazer videozinho em rede social indicando que a imprensa é leviana. Tem que ter culhão para assumir os erros, bater no peito e fazer uma campanha limpa, sem mimimi, sem vitimismo, com lisura e transparência.

Sobre a imprensa, claro Lázaro não está de todo errado, afinal, sempre se acha alguém disposto a abraçar o capeta por alguns centavos e baseado nisso divulgações irregulares foram feitas na cidade e quanto a isso, alguns colegas deverão ter problemas porque já ouvimos de candidatos que também concorrem o pleito que não estão nada satisfeitos com abordagem ilegal (por não cumprir com os quesitos estabelecidos pela lei eleitoral) dada por alguns veículos da cidade.

Agora por unanimidade Lázaro perdeu em segunda instância, e negar aparentemente não será mais uma opção que deve ser tomada. E aos eleitores cabe o entendimento se realmente é interessante depositar o seu voto em alguém que simplesmente nega que algo evidentemente errado está acontecendo.

Não pelo fato de que os contratos foram assinados, ou pela justiça entender que devido a isso o candidato deva estar inelegível, mas sim pelo fato de que o mesmo insiste em mentir, ou melhor, omitir a realidade do eleitor e jogar a culpa pra cima daqueles que estão apenas fazendo o seu trabalho.

De forma semelhante vemos tantos outros agindo de forma indevida no pleito, candidatos promovendo ataques por meio de rackers em redes sociais, candidatos se omitindo diante de debates, ou simplesmente atacando de forma descabida grupos políticos.

Vemos candidatos se amparando em votos “de cabresto”, por terem ajudado no desenvolvimento e apoio a certos órgãos, municípios, pessoas e assim a política do assistencialismo é reforçada.

Temos ainda candidatos que simplesmente agridem em redes sociais, um sistema, ou pessoas de forma direta, em um discurso que até enche os nossos olhos, mas quando vemos efetivamente o fruto dessas árvores percebemos que dali também nada de tão saudável será aproveitado.

Queremos aqui caros leitores, encerrar esse raciocínio chamando a sua atenção quanto as propostas e colocações dos candidatos de nossa cidade e claro daqueles que vão receber nosso voto de confiança.

Se você como nos entende que é necessário uma mudança no sistema, que faça um estudo coeso, e não se envolve por sentimentalismo de quem domina as palavras, mas deixa a moral de lado para que sobre qualquer custo, tenha sua imagem projetada e alcance um objetivo que não necessariamente é o bem geral de nossa sociedade.

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