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Carnaval em Minas Gerais: tecnologia de reconhecimento facial impulsiona prisões e intensifica segurança
Durante o Carnaval de 2026 em Minas Gerais, a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) realizou um forte esquema de segurança em toda a capital e no interior do estado, combinando o efetivo humano com tecnologia de ponta para ampliar o combate à criminalidade e à circulação de foragidos da Justiça.
Resultado das operações
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No total do período carnavalesco, 250 foragidos foram presos no estado, com 62 capturados diretamente com o uso de tecnologia de reconhecimento facial instalada em drones e câmeras móveis e fixas.
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Nos dois primeiros dias da folia, dados preliminares apontaram que 195 foragidos já haviam sido capturados, sendo 48 deles identificados com ajuda da tecnologia.
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A Operação Carnaval também contabilizou mais de 1,7 mil prisões em flagrante por diversos crimes como furtos, roubos e outras ocorrências típicas de grandes festas de rua.
Como a tecnologia foi empregada
A tecnologia de reconhecimento facial foi usada em diferentes plataformas para intensificar o trabalho policial:
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Drones equipados com câmeras inteligentes – voando sobre áreas de grande concentração de foliões;
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Câmeras fixas em pontos estratégicos da cidade;
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Plataformas móveis com monitoramento em tempo real, como viaturas e unidades elevadas;
A PMMG afirmou que o objetivo é identificar exclusivamente pessoas que já têm mandados de prisão em aberto, não fazendo buscas por características físicas ou comportamentais de foliões sem ordens judiciais.
Impacto na segurança dos foliões
Segundo análise interna da corporação, além das prisões de foragidos:
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Crimes contra o patrimônio, como furtos e roubos, tiveram queda no comparativo com eventos anteriores;
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Ocorrências consideradas graves transcorreram “dentro da normalidade” segundo a PMMG, com equipes remanejadas rapidamente para pontos com maior necessidade;
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Policiais conduziram também pessoas com tornozeleiras eletrônicas que descumpriram medidas cautelares.
Estratégia policial
Autoridades destacaram que o trabalho da PM incluiu:
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Emprego integral do efetivo estadual, tanto em Belo Horizonte quanto em cidades do interior;
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Coordenação em tempo real entre unidades de monitoramento e equipes de rua;
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Monitoramento constante de vias públicas e blocos de rua com tecnologia e patrulhamento tradicional.


