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Padre Cléver é afastado pela Diocese de Divinópolis após ter conversas de cunho sexual expostas nas redes sociais

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Na última quinta-feira, dia 19 de setembro, a Diocese de Divinópolis, afastou o padre Cléver Geraldo de Sousa por “comportamento moral impróprio e escandaloso a um clérigo”.

Padre Cléver que já atuou em Nova Serrana atualmente era vigário na cidade de Pitangui, e foi afastado após serem divulgados prints de conversas via Whatsapp, onde “supostamente” o sacerdote flertava com um homem casado com mensagens de conteúdo sexual.

Em uma das mensagens o padre chegou a convidar o homem para ir até a paróquia para que lá eles tivessem relações sexuais, e ainda, expôs outro sacerdote afirmando que o mesmo também era homossexual, porém não gostava de “homens mais velhos”.

Com toda a polêmica das mensagens compartilhadas nas redes sociais, a Diocese de Divinópolis então publicou um decreto administrativo assinado pelo bispo dom José Carlos foi nesta quinta-feira dia 19, afastando Padre Clever.

As sanções aplicadas pela Diocese são classificadas como “penas medicinais”, “na expectativa de que a verdade venha à tona e o revmo. sr. Padre Cléver Geraldo de Sousa possa ser readmitido ao exercício do ministério, podendo essas penas serem retiradas e, tão só expressamente, assim que as acusações forem devidamente apuradas”.

Com o afastamento Padre Cléver está impedido de celebrar a eucaristia, inclusive no privado; de exercer quaisquer outros atos ministeriais, como batizar, ouvir confissões e ungir os enfermos, exceto em perigo de morte; e ainda está proibido de morar em seu próprio apartamento na cidade de Divinópolis.

Outra polêmica

Não é a primeira vez que Padre Cléver se envolve em situações polêmicas, a cerca de dois anos em 2017, o vigário se envolveu em uma ocorrência policial.

Na época, foi informado pela Polícia Militar Rodoviária que ele foi encontrado ferido em um quarto de motel, na MG-050, em Divinópolis. A Diocese chegou a se manifestar por meio de nota em apoio ao sacerdote que era administrador paroquial de São Sebastião do Oeste.

Contudo o caso não foi levado adiante, com penalidades impostas pela diocese, tão pouco ganhou repercussão em nível nacional como ocorrido agora.

 

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