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Policial

Padrasto é preso suspeito de abusar sexualmente da enteada após ela filmar o crime; vídeo

Israel Silveira

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Um homem foi preso em flagrante por abusar sexualmente da enteada de 13 anos, em Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital. Segundo a Polícia Civil, a adolescente era assediada há um ano e instalou uma câmera escondida no quarto para denunciá-lo.

A delegada Edilaine Moreira informou que o padrasto ficou em silêncio durante o depoimento na Central de Flagrantes. Os nomes do investigado e do advogado de defesa não foram divulgados até a publicação desta reportagem.

A menina registrou o assédio no domingo (29). Ela enviou os vídeos para uma tia, que chamou a polícia. A prisão ocorreu no dia seguinte.

Imagens

O vídeo mostra a adolescente sentada na cama quando o padrasto entra no quarto e tenta beijá-la na boca.

– “Então me dá só um selinho”, pede o suspeito.
– “Não”, recua a adolescente.
– “Anda”, ameaça novamente o padrasto.

Ele sai do quarto, mas volta querendo tocar nos seis da menina. “Tira a mão”, ameaça o homem, enquanto a menina cruza os braços para se proteger. Depois, o padrasto sai novamente do quarto.

Padrasto foi filmado durante assédio sexual em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

Padrasto foi filmado durante assédio sexual em Aparecida de Goiânia, Goiás — Foto: Reprodução/TV Anhanguera

O caso é investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) da cidade. Em entrevista para psicólogo da polícia, a adolescente contou que o padrasto a assedia há um ano, mas que não houve relação sexual. Após a entrevista, ela foi levada para a casa de um parente.

Segundo a delegada Edilaine Moreira, a mãe não sabia dos episódios de abuso e nunca reparou comportamento anormal na filha.

“O suspeito ficou em silêncio durante depoimento. Mas a menina contou para a tia que os abusos acontecem há um ano e que ele sempre pede para ver os seios dela e toca no corpo. Ele pode responder por estupro de vulnerável, com agravante por ter relação familiar, cuja pena mínima é de oito anos de reclusão”, esclarece a delegada.

O homem está preso no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia à espera de audiência de custódia no Poder Judiciário.

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