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Editorial

O que nos faz ser O Popular!

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Nos últimos dias um áudio de um cidadão, que aparentemente não estava em seu juízo perfeito, foi encaminhado para nossa redação. Nas infelizes falas do sujeito, que pessoalmente não sabemos quem é, ele indicava que o Popular é um jornal incoerente.

O áudio encaminhado tinha o individuo, que pelo visto nunca passou da capa do jornal, tendo o mínimo de capacidade e intelecto para ler o conteúdo e entender o que era tratado, afirmava que em nossas capas estávamos colocando informações e pouco tempo depois desmentindo. Dando a entender que fazíamos política por interesse.

Quando ouvimos tal áudio, a nossa primeira reação foi rir do pobre coitado, que não conseguiu ler o conteúdo e tão pouco entender qual a postura e missão de nosso Popular. Em um segundo momento surgiu uma sensação de tristeza, por saber que considerações tão baixas e sem qualquer conteúdo fazem parte do cenário político de nossa cidade.

Em um terceiro momento surgiu em nós o desejo de trazer para o nosso leitor novamente qual é a nossa missão, qual é o nosso papel, e como as coisas funcionam neste Jornal.

Para começar queremos deixar claro que não temos funcionários como servidores de políticos, então podemos afirmar, que nossas considerações e atenção quanto as matérias não tem nenhuma submissão política.

O que nós temos é responsabilidade de checar os fatos e construir a história a ser repassada como manda o manual. Ou seja, o que diferencia a notícia dada pelo Popular, das inúmeras informações repassadas nos grupos de rede social é que o profissionalismo traz credibilidade e consecutivamente tem seu peso em qualquer notícia repassada.

Com essa realidade pode-se atestar que podemos sim trazer em nossas capas informações que apontam que o ex-prefeito Joel Martins, por exemplo, respondia a ação civil pública movida pelo ministério público. Como também temos capacidade e lisura para trazer nessa edição que a justiça negou o pedido do MP.

Sim nós falamos que Paulo Cesar está inelegível, e desafiamos alguém que seja a mostrar em alguma matéria feita por este Popular que o mesmo está apto para disputar as eleições. Até o momento, uma série de processos torna o ex-prefeito inelegível, mas isso não nos impede de mostrar que Paulo Cesar, obteve ganho de causa em ações que antes foram expostas.

As contas da prefeitura rejeitadas tornam no entendimento de grande parte dos juristas que Paulo Cesar está inelegível, e se isso apareceu de forma contrária, foi porque o próprio Paulo afirmou com suas palavras que o processo poderia ser revisto, se é que isso aconteceu.

Aqui queremos ainda abrir parênteses e trazer uma orientação, que talvez os milicianos políticos das redes sociais não saibam, tudo que está entre “aspas” não é fala do jornal, é a fala de forma mais fiel possível (claro com a licença literária) por parte dos entrevistados.

Seguindo nas dicas, esse texto não é uma matéria é um editorial, e nele sim cabe o posicionamento, a perspectiva e visão da equipe que trabalha diariamente para que esse Popular seja o que ele é para Nova Serrana, um veículo que faz uma cobertura impar sobre a política de nossa cidade, como nenhum outro veículo se interessa a fazer.

Já partindo para o final desse editorial, queremos novamente reforçar nosso compromisso de trazer ao leitor o que é interesse popular. Assim nós cumprindo o papel e executando um jornalismo responsável ouvimos as partes e mostramos como nessa edição as denúncias contra processos licitatórios, a exemplo do laboratório contratado para prestar serviços ao município e investigado pela CPI, como também mostrar que o ex-prefeito Joel Martins foi em primeiro momento inocentado pela justiça de acusação feita pela promotoria.

Nós como todo ser humano erramos, mas nós temos certeza que esse erro não é moral, podemos pecar por erros da grafia e digitação, mas não pecamos quanto ao cumprimento da nossa missão como meio de comunicação.

Ao assistir o filme Spotlight, que aborda uma editoria de um jornal norte americano em frente a uma matéria que irá mudar o sistema nos Estados Unidos, surge um debate muito franco que nos faz refletir sobre a nossa missão. Esse debate está relacionado em, informar um fato ou mudar a sociedade pela exposição de um fato.

Assim sendo nós seguimos com essa questão retórica em nossas mentes, mas que pelo amor a profissão nos faz, tendenciar como nenhum outro meio de comunicação de nossa cidade e fazer com que o nosso trabalho mude o sistema pela nossa ótica dos fatos, e isso simplesmente não vai mudar, porque é isso que faz esse jornal ser O Popular.

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