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Editorial

O desserviço da informação desvirtuada!

Israel Silveira

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Estamos em plena pandemia.

Depois de uma desaceleração da onda de coronavírus que “coincidiu justamente com o período eleitoral”, tivemos um significativo crescimento de novos casos de contágio e até novas mortes em todo o território nacional.

Para quem achava que a gripezinha não seria nada demais, ver nas redes sociais o desespero da população do estado do Amazonas, por falta de oxigênio para os respiradores dos pacientes internados nas unidades de terapia intensiva, mostrou que o caos deve sim gerar temor na população.

A segunda onda ainda trouxe algo que era temido por parte da população e isso porque com o aumento dos casos e uma nova lotação dos leitos hospitalares, foi então adotado o fechamento dos estabelecimentos comerciais e adoção de novas medidas restritivas.

Aqui chegamos ao ponto onde iniciamos a nossas reflexões mais pontuais.  

Temos agora em meio a segunda crise pandêmica a distribuição da vacinas. Dai surge o fato a se lamentar. Em nosso país a morte virou bandeira política.

As meretrizes dos políticos utilizam as redes sociais para criticar ou manifestar seu apoio, tentando disseminar uma onda de informações que são no mínimo indigestas. Sinceramente que se dane Bolsonaro ou os da esquerda, essa patifaria de disseminar a desinformação se torna um desserviço para a saúde pública.

Não adianta criticar as medidas equivocadas ou acertadas das administrações municipal, estadual ou federal, usando da inocência ou falta de sapiência dos mais humildes disseminando merdas jogadas ao ventilador.

Cabe a cada cidadão decidir se quer ou não tomar a vacina, que nesse momento, não importa nem mesmo quem é o fabricante, como se em algum outro momento, de pandemia na saúde pública, ou aumento dos casos de uma doença grave, o laboratório que fabrica o remédio tem ou não sua relevância.

A ignorância dos humildes tem sido utilizada como alimento para a desinformação que parte das meretrizes dos políticos e se você se sente ofendido por ser chamado dessa forma, deve na verdade repensar a sua participação social, uma vez que a bandeira de um político, corrupto por natureza, sendo de esquerda ou de direita, é mais importante do que a esperança da redução de casos de uma doença que mata sem ver cor, credo, ou condição financeira.

Está na hora de deixarmos de sermos os donos da verdade e permitir que cada um, decida por si, e para que isso aconteça, é necessário que as meretrizes dos políticos abandonem suas esquinas onde fazem pontos com suas ideias escrotas por maioria, e permitam que cada cidadão decida por si se quer ter mais esperança quanto possibilidade reduzida de ser contaminado com a doença, ou se somente com a fé em Deus e remédios de verme, vai se manter nessa labuta contra o Covid-19.

Não adiante disseminar informação contrária a uma vacinação e depois cobrar que o comércio, ou as medidas administrativas tomadas por uma gestão municipal, por mais sem sentido que seja, se tornem alvos de críticas pelos cantos da cidade.

Quanto a nós, encerramos afirmando que temos cada um nossa opinião formada sobre tomar ou não a vacina. Mas como isso é algo pessoal e até o momento nada cientifico, preferimos contribuir com o combate ao coronavírus, deixando o nosso achismo de lado e pedindo para que a tonelada de desinformação fedorenta regurgitada nas redes sociais, sejam por pelo menos um tempo guardada pelas meretrizes políticas de plantão.

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