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Fakenews ou terrorismo?

Léo Junqueira

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Gostaria de compartilhar com todos uma observação que tenho feito de postagens nas redes sociais.


O Governo Federal, como é de conhecimento de todos nós, vem mantendo uma luta ferrenha com a grande mídia. Não vou me ater em julgar ou classificar o que é noticiado, mas é evidente que as contradições são claramente expostas diariamente.

Creio que o Governo Federal está conseguindo resolver problemas, como fornecimento de recurso a estados e municípios, realizar a vacinação que cresce a cada dia, obtendo bons resultados econômicos, reconhecimento internacional; enfim, vem navegando como pode e jogando por terra argumentos de seus opositores.

Com o crescente resultado e relativo sucesso na vacinação da população alguns opositores (aqui nem vou comentar se são de esquerda ou apenas desafetos do presidente Bolsonaro) começaram a divulgar posts e comentários muito mais sérios e que precisamos estar atentos.

Nestas mensagens são colocados nomes e fotos de pessoas ditas como cientistas, médicos infectologistas, autoridades da saúde mundial dizendo que a vacinação em massa matará a metade da população em dois anos.

Eles tentam justificar a afirmativa alegando que o coronavirus tem um poder enorme de mutação a cada 24 horas e, a aplicação da vacina fará que o nosso organismo exija a produção, cada vez maior, de anticorpos. Isso provocará uma reação gigantesca na busca por mais vacinas, com tempo cada vez mais curto e não haverá como imunizar a toda a população e milhões morrerão.

O que isso quer dizer? Que estamos chegando a um tipo de apocalipse inevitável.

Na verdade, estes “boatos” e pessoas que postam esse tipo de conteúdo deveriam ser tratados como “terroristas” e não fakenews, boateiros ou coisa do gênero. Deveriam ser localizados, julgados e retirados do convívio social de alguma forma, pois o objetivo claro destas pessoas é a “desestabilização” do esforço do governo ou entidades, em tranquilizar a população, ou seja: fazer com que as pessoas tenham medo de se vacinar, evitarem a busca pela vacinação e assim provocarem a vulnerabilidade da população para acusar o governo de não realizar sua função de cuidar da população afetada pela pandemia.

Isso demonstra a que ponto chegamos. A neurose política no país, já demonstrada por tantos políticos, a preocupação com seus ganhos e permanência no poder (ou desejo de voltar) são verdadeiros crimes, pois tentam controlar a população pelo medo e temor.

Analisem e pensem nisso antes de compartilharem tais postagens.

LEONARDO VELOSO JUNQUEIRA é daqueles publicitários da época romântica, quando a comunicação ainda era feita com base no talento criativo. Foi sócio fundador da Insight Comunicação durante 22 anos prestando serviços de comunicação e marketing a grandes empresas, como Pastifício Santa Amália, Riclan (fabricante do Pircóptero e drops Freegell’s), Cera Inglesa, Calçados Jacob (Kildere), Café Brasil, Balas Santa Rita entre outras grandes empresas que fizeram histórias de sucesso. Trabalhou em grandes agências de publicidade em Minas e na área política, como publicitário, assessorou as prefeituras de Uberlândia, Varginha e Divinópolis além de desenvolver e coordenar inúmeras campanhas políticas, das quais destacamos a eleição de Zaire Rezende (Uberlândia), Maurinho Teixeira (Varginha), Paulo Tadeu (Poços de Caldas), Galileu Teixeira (Divinópolis), Paulo César (Nova Serrana), Toninho André (São Gonçalo do Pará) além de vários deputados estaduais e federais. Léo Junqueira é consultor de marketing, compositor, violeiro, escritor e colunista do Jornal O Popular

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