Abuso Sexual

Dentista é preso por manter mulher em cárcere e forçá-la a tatuar nome dele 10 vezes

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Vítima ficou cerca de quatro meses sob violência física e psicológica e conseguiu fugir após oportunidade

Um dentista de 40 anos foi preso nesta terça-feira (14) em Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, suspeito de manter a companheira em cárcere privado e submetê-la a uma série de agressões físicas e psicológicas.

De acordo com as investigações, a vítima, de 39 anos, permaneceu por cerca de quatro meses sob controle do agressor, sem poder sair de casa ou manter contato com familiares. Durante esse período, ela teria sido ameaçada e agredida constantemente.

⚠️ Violência extrema

Um dos pontos mais chocantes do caso é que o suspeito teria obrigado a mulher a tatuar o nome dele dez vezes pelo corpo, incluindo regiões visíveis como o pescoço, como forma de controle e humilhação.

🚔 Operação policial

A prisão ocorreu durante a Operação Ötzi, realizada de forma integrada entre as polícias civis de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul. Os agentes cumpriram mandados de prisão preventiva e de busca no imóvel onde o suspeito morava e também mantinha consultório odontológico.

Durante a ação, foram apreendidas armas de fogo, munições e aparelhos celulares, que devem auxiliar nas investigações.

🏃‍♀️ Fuga e denúncia

A vítima conseguiu escapar ao aproveitar um momento em que o suspeito estava sob efeito de medicação. Após fugir, ela retornou ao Rio Grande do Sul, onde procurou a polícia e denunciou os crimes.

O homem foi encaminhado ao presídio e deve responder por crimes como cárcere privado, lesão corporal, ameaça e violência doméstica. O caso segue sob investigação.


Créditos: Adaptado de Terra, ND Mais e outros veículos nacionais.

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