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Chuvas em Minas ainda não elevam significativamente nível de maiores reservatórios

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As chuvas deste final de semana em Minas Gerais ainda não foram o bastante para elevar significativamente o volume dos maiores reservatórios de água do Estado, segundo a Cemig. Nos últimos meses, eles chegaram a níveis abaixo de 50%.


“Para as pequenas bacias hidrográficas, o reflexo das chuvas tem efeito rápido. Já para as bacias maiores, é necessário um evento mais prolongado e com mais volumes. De maneira geral, o acumulado de chuvas ainda é pequeno para alterar o nível dos grandes reservatórios. Vale lembrar que a situação de armazenamento atual é reflexo de um período longo de chuvas abaixo da média”, pontua a companhia, por meio de nota.

Os reservatórios em situação mais crítica, de acordo com a Cemig, são os de Nova Ponte, no Rio Araguari, e Emborcação, no Rio Paranaíba, ambos no Triângulo Mineiro. “Para os demais reservatórios, apesar da natural diminuição do volume útil nos meses de seca, os volumes mais baixos previstos devem permanecer acima de valores já observados em anos anteriores”, continua a Cemig.

Abastecimento de água

A Copasa diz que a situação de abastecimento no Estado está adequada para o período de estiagem e que não considera que nenhum reservatório de água esteja em estado crítico. Os reservatórios do Sistema Paraopeba, que abastecem a região metropolitana, estão com nível de 68,3% de reserva, com garantia de estabilidade de fornecimento, segundo a companhia.

“Há algumas restrições em captação a fio d´água (direto de rios). Entretanto, as últimas chuvas, como a Copasa esperava, estão revertendo a situação de alerta. Podemos observar esta melhora, por exemplo, no Rio das Velhas, que tem aumentado sua vazão. Outro exemplo é a cidade de Frutal, que saiu ontem (09/10) do racionamento, que havia começado no último dia 1º”, completa, por nota.

Fonte: Por GABRIEL RODRIGUES –  O Tempo

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