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Editorial

A verdade do Pagode da ofensa

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O pagode da ofensa apenas contou a verdade, os buracos estão ai, mas mal sabem eles que os do asfalto não são necessariamente os maiores problemas que nossa cidade tem.

Em Nova Serrana não tem só buraco, tem falta de asfalto, tem placa virando garagem, tem reservatório de água que nunca recebeu uma gota sequer, tem pau na moleira da Copasa, mas o porrete não se vê e o que nós vemos sempre é a Copasa ajudando a fazer buraco e aumentando a crise da administração.

A crise financeira se instaura, se institui sobre um estado, sobre uma cidade que tinha uma proposta de uma gestão diferenciada a partir desse momento os problemas financeiros também se tornam uma dificuldade a ser superada.

A Saúde que era um caos para todos consegue se tornar uma das poucas áreas na cidade que são claramente resolutivas e bem resolvas. Problemas claro que são encontrados, mas efetivamente funcionava de uma forma melhor do que outros setores, tanto que a UPA, que é para muitas cidades como Divinópolis um câncer quase que incurável, e aqui foi tratado e funcionou, e aparentemente ainda funciona.

Mas como tudo que é bom dura pouco, adivinhe, irregularidades passaram a ser questionadas, as negativas a postura de quem deveria apenas favorecer para que os equívocos fossem concertados, escancarou a necessidade de uma investigação mais afundo.

Dai para frente, como apontamos nesta edição do jornal, irregularidades aparecem de forma gradativa e pelo visto cada vez quanto mais fundo for revirado os processos aparentemente mais questões duvidosas serão colocadas como alvos de uma investigação.

Dizem as paredes da cidade que parte dos envolvidos já está tentando tirar o time de campo, mas, agora, não querer estar no meio da demolição não quer dizer que não tem responsabilidade na queda da casa.

E por falar em casa, o “nepotismo” ou melhor, a acusação de nepotismo proporcionou a queda, e os buracos da cidade indicam que o fim não será tão raso quanto se imagina. Pelo que dizem os corredores, ficar omisso enquanto seu nome é acusado de ato corruptivo é uma verdadeira confissão de culpa, e essa definitivamente não é a postura que se espera dos vereadores, pelo menos de alguns que não hesitam em se posicionar.

No meio desse turbilhão vem uma boa notícia, o número de empresas na cidade está crescendo, isso significa desenvolvimento econômico, social, isso significa aumento de arrecadação de uma cidade rica, que em meio a crise se obtém recursos na casa de R$180 milhões.

A cidade que tem um crescimento significativo do número de novas empresas vivenciou episódios indigestos relacionados a pasta, afinal nem tudo são flores, ou melhor nem tudo é abacaxi.

Essa semana inclusive, vimos nas redes sociais, a exemplo dos atos proporcionado por um ator global que se declarou presidente do Brasil, em Nova Serrana um ilustre se declarou prefeito e confirmou vai ter abacaxi vendido na rua sim”.

Claro tudo não passou de uma brincadeira, a medida do abacaxi foi drástica, talvez até um tanto indigesta, brincando com as especificidades da fruta tropical, mas não podemos deixar de ressaltar que a Sala Mineira é um dos poucos setores que se tornaram eficazes dentro de uma crise instaurada por “N” fatores que vem sendo noticiados, reproduzidos e avisados a pelo menos dois anos.

Só não podemos falar que a secretaria saiu inerte em meio a todas as polêmicas porque como jornal que trabalha com seriedade e cobre os fatos de verdade em Nova Serrana, temos em nossas capas a notícia de que o secretário que estava ali, ali não está mais, e o motivo pelo qual ele foi embora, bom digamos que um táxi o levou para casa.

Esperamos que esse editorial não seja visto como uma afronta, nunca foi nosso objetivo ferir ou agredir ninguém, mas também esperamos que quando comediantes voltarem a nossa cidade não tenhamos mais subsídios tão pontuais e escancarados como os “buracos de nossa cidade”, para servirem de piada para as redes sociais.

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