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Editorial

Isenção acima de tudo!

Israel Silveira

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Recentemente em uma tarde de trabalho e bate papo, em uma tarde destas de calor que vivemos aqui nas terras do calçado, paramos para analisar e pensar no andamento da imprensa e da informação aqui em nossa cidade.

Nossa avaliação se deu pela curiosidade de pensar o processo eleitoral e influência que os meios de comunicação terão nas eleições deste ano.

Foi inevitável criar uma relação de influência e interesse no processo eleitoral. E nesse sentido chegamos à conclusão de que praticamente todos, tem interesses direto na eleição de alguns candidatos em questão.

Vejam, temos em nossa cidade, aqueles que se lançam para comporem chapas eleitorais, só não combinaram com os majoritários e o blefe de ser um vice, se torna quase que uma piada.

Temos aqueles que a relação com um político em questão está alencada a um cargo público, a um salário de secretário, a interesses pessoais que “fortalecem” a institucionalidade mascarada no desejo de informar com o desejo de servir.

Tem ainda aqueles que são os puxa-sacos de plantão, que fazem de seu veículo, uma clara extensão das publicações de quem está no poder. E sendo assim não se sabe mais se é um jornal ou um informe publicitário.

É completamente errado pensarmos nesse contexto que não existem interesses, inclusive deste Popular que tem se mostrado isento ao longo de sua história.

Há quatro anos, contratamos um jornalista, que teve seu viés político como ponto a ser questionado, mas o que se percebe é que o profissionalismo empregado neste veículo refuta qualquer mácula que se deseja ser imputada.

Entendam, indiferente do momento, indiferente de qual nome seja, não temos o menor receio de sermos profissionais, e como expusemos na edição passada, qualquer processo ou fato substancial, com documentos e condenações que vierem a cair nas mãos deste Popular serão publicadas.

Pode ser contra Paulo, Joel, Euzebio, Fábio ou qualquer outro que figure no cenário político.

Não somos servidores, não somos comprados, não somos como os demais veículos.

Não vamos negar, houveram sim nos últimos dias uma série de propostas para que nosso jornalista, deixasse esse Popular e compusesse campanhas de Nova Serrana e fora de nossa cidade.

Claro que não temos o poder de decidir ou limitar a atuação de nossos profissionais em sua vida pessoal, mas temos uma filosofia de trabalho que segue a seriedade e o compromisso com a verdade, e isso vai para além de uma remuneração gorda durante alguns meses de trabalho.

Nós deste Popular não somos comprometidos com políticos, como se vê em outros veículos. Somos comprometidos com a informação. Não temos objetivos de nos eleger, não promovemos nosso nome como indivíduos, não trabalhamos com o simples intuito de inflar o ego ou o bolso.

Sendo assim não temos interesse na eleição de fulano, sicrano, beltrano ou piano. Nós temos o objetivo de que nesse pleito, se tenha uma disputa limpa, clara, embasada em projetos palpáveis e reais.

Já tivemos nossa dose de hospital de 20 andares, já tivemos a nossa dose de um novo tempo que não foi novidade em praticamente nada, já tivemos como cidadãos o tempo de ver uma política rasteira ser pratica embasada em mentiras, fakes e promessas insubstanciais.

Acreditamos que boa parte das personalidades políticas ainda não estão acostumadas com essa postura profissional além da pessoal. Eu editor, meu Jornalista, nosso entregador, e todas as pessoas ao nosso redor tem suas opiniões, valores e desejos políticos.

Contudo quando o assunto é O Popular, o profissionalismo fica acima de tudo, e nesse viés, pretendemos continuar sendo, entre tropeços e acertos, dificuldades e conquistas, o principal meio de comunicação de Nova Serrana.

Jornalista - 11407 MTb - Editor chefe do Jornal O Popular

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