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Com cesta básica a R$590, nutricionista dá dicas para economizar

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A cesta básica recebe esse nome justamente por reunir itens essenciais da alimentação cotidiana. Mas, com o custo da cesta chegando a quase R$590, em meio a um cenário de inflação em Belo Horizonte, estratégias de consumo ajudam a economizar, segundo a nutricionista Elisabeth Chiari.


Ela dá dicas para tornar o consumo mais consciente e, no fim do mês, mais barato.

Planeje um cardápio semanal

Em vez de investir em uma compra do mês, o ideal é montar um cardápio semanal em casa e compor a lista de compras com os pratos da semana inteira em mente.

“Se você vai ao supermercado sem uma lista e com fome, vê ofertas, compra coisas que não usa e desperdiça”, diz. Ela também recomenda variar o cardápio para revezar alimentos mais caros e mais baratos nas refeições.

Utilize o alimento integralmente

Congelar os alimentos é a chave para evitar o desperdício e utilizá-los de forma integral, de acordo com a nutricionista Elisabeth Chiari. Praticamente qualquer comida pode ser congelada, ela explica, de forma a durar mais tempo do que se ficasse apenas na geladeira.

Ela também recomenda uso do máximo de partes do alimento que for possível aproveitar. “A semente do melão pode ser triturada e aproveitada na salada, porque tem muito cálcio, por exemplo, A casca da cebola pode ser torrada por dois minutinhos no forno e usada em temperos, com sal, porque tem muitos nutrientes bons para a visão. Somos ‘mal criados’ na questão do aproveitamento e achamos que muita coisa é lixo”, detalha.

Economize no óleo de cozinha

O óleo de soja foi um dos alimento da cesta básica cujo custo mais cresceu nos últimos 12 meses, segundo pesquisa da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas Administrativas e Contábeis de Minas Gerais (Ipead). Ele sofreu um aumento de 37,9%.

Comum nas cozinhas brasileiras, ele não é saudável quando é utilizado com exagero, diz Chiari, e seu uso pode ser reduzido no dia a dia. “A fritura não precisa ser toda semana, pode ser de dez em dez dias, e podemos diminuir a quantidade de óleo no preparo do arroz e do feijão, por exemplo”, diz.

Ela lembra que o óleo não precisa ser descartado após o primeiro uso, e sim depois de mudar de coloração ou emitir fumaça com cheiro desagradável. “Na hora de fritar o alimento, tente não fazer isso por imersão, mas colocar metade da panela, por exemplo, e ir virando o alimento no óleo”, conclui.

Procure feiras livres

Chiari recomenda que frutas e verduras sejam pesquisadas nas feiras livres da cidade, onde podem estar mais baratos que nos supermercados ou sacolões tracionais. “Você consegue economizar nesses alimentos e poupar para os que são mais caros no supermercado. Eles também são mais frescos e ajudam os pequenos agricultores locais”, pontua.

Fonte: Por Gabriel Rodrigues –  O Tempo

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