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A virada do Galo sobre o Santos e a “metamorfose” de Chará e outros jogadores

Chico Maia

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O colombiano Chará e o equatoriano Cazares contribuindo muito para a alegria da massa alvinegra

Com que satisfação abro o primeiro site brasileiro possível e leio que o Atlético passou pelo Santos no Pacaembu, onde nunca tinha vencido o Peixe, dirigido pelo técnico mais badalado do Brasil no momento, Jorge Sampaoli. Dá-lhe Rodrigo Santana.

Agradeço ao Tonico Dias, o primeiro a comentar aqui no blog, aliás um ótimo comentário sobre essa vitória, que os senhores e senhoras poderão conferir a seguir. Antes, volto ao tema “treinador de futebol”, que pode não ganhar jogo, mas seguramente sabe fazer como perder.

Com Levir Culpi, Chará, Elias e outros jogadores não rendiam nada, ou quase nada. Posicionamento em campo? Ambiente ruim? Não sei, mas com Rodrigo Santana eles são outros jogadores, absolutamente produtivos.

Vamos ao comentário do Tonico Dias:

“Galo tomou um susto com 5min de jogo. O Zé Welison estava marcando o zagueiro Gustavo Henrique (de 1,95m) na cobrança de um escanteio. Aí, não deu outra: 1×0. Parecia que o Galo estava perdido em campo, mas é a forma como o Santos joga: correria absurda no começo do jogo, que vai dando lugar à falta de gás na sequência. Já havia sido assim no Horto. A diferença é que ontem conseguiram fazer um gol. Mas o Galo foi controlando o entusiasmo deles e passou a dominar a partida. Cazares fez um lançamento sensacional, no “ponto futuro”, para o Chará. Aliás, Chará foi o nome do jogo e mantém o crescimento partida após partida. No segundo tempo ele fez o gol da virada, mas poderia ter feito outros dois caso Luan, quando o jogo ainda estava 1×1, e Geuvânio, quando já havíamos virado, tivessem feito o simples e dado o passe para ele. Também contribuiu muito na recomposição. Está voando fisicamente. Todo mundo participou positivamente do jogo. Ninguém foi destaque negativo. Diria que nem o Ricardo Oliveira, que muitos criticaram. Dentro do contexto (tático, técnico, emocional, grupo, etc), ele ajudou bastante. Claro que o Alerrandro vem em fase muito melhor e vai acabar ficando com a vaga, mas apenas para destacar que o veterano atacante também ajuda. Com os reforços que chegarão na intertemporada, o segundo semestre pode reservar alguma surpresa. Hora de virar a chave e fazer mais 6 pontos no Brasileirão para ter tranquilidade.”

CHICO MAIA é jornalista formado pelo Uni-BH (antiga Fafi-BH) e advogado pelo Unifemm-SL. Trabalhou nas rádios Capital, Alvorada FM, América e Inconfidência. Na televisão, teve marcante passagem pela Band Minas e também RedeTV!. Foi colunista do jornal Hoje em Dia e atualmente escreve para os jornais O Tempo, Super Notícia e participa às terças-feiras do programa Rádio Vivo, da Rádio Itatiaia, apresentado por José Lino Souza Barros. Começou na Rádio Cultura de Sete Lagoas, cidade onde fundou o Jornal Sete Dias. Cobriu as Copas do Mundo do México, Itália, Estados Unidos, França, Coréia/Japão, Alemanha e África do Sul. Também cobriu os Jogos Olímpicos de Atlanta, Sydney, Atenas, Pequim e Londres, além da Eurocopa 2012 e várias Copas América.

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