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Editorial

Se ainda não deu certo é porque não chegou ao fim!

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No fim tudo da certo, se ainda não deu certo é porque não é o fim”, a frase de Fernando Sabino, que foi popularizada na canção da banda Raimundos, grudo de rock nacional que explodiu na década de 90, tem na verdade tudo a ver com o momento em que vivemos em nosso pais, nosso estado, nossa cidade.

As notícias não são nada boas caro leitor, após parte do Brasil comemorar a condenação por unanimidade e ampliação da pena do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, milhares de pessoas pelo Brasil comemoraram a ideia de justiça aplicada.

Contudo, outra parte do país se vestiu de vermelho, e mesmo que essas cores não façam parte da formação de nossa pátria ecoaram gritos de ordem em alguns locais do pais. Ao olharmos a situação mais a fundo, percebemos que Lula segue tão solto quanto você caro leitor, e pelos episódios vivenciados quanto à justiça nacional, fica mesmo a dúvida de qual será o destino de nossa nação.

Quando olhamos para Minas, ficamos ainda mais enojados ao percebermos que o governo do estado após vender metade de Minas Gerais e ter seu nome tão envolvido em corrupção quanto o porco rola na lama, trata o funcionário publico de forma imoral, divide salário, não cumpre com seus compromissos e ainda evoca discursos moralistas afirmando que estamos no caminho.

Para piorar existem políticos que ainda se orgulham de tirar fotos ao lado de alguém que devia ser banido da administração estadual. Entendam caros leitores, não somos a favor de Aécio, ou qualquer outro tucano, não somos a favor das meretrizes do PMDB que ocupam cargos federais, não somos a favor de petralhas, não somos a favor de corrupção seja qual a sua legenda.

Quando olhamos para 2018, para o mês de outubro vemos Lula, Bolsonaro, Collor, Alckimim, Doria, Luciano Huck, e o desespero bate no peito e pensamos: “será o fim”!

Quando olhamos para Nova Serrana e vemos vereador comprando gasolina fiado, nomes sem capacidade técnica para serem nomeados, afinal, quando foi a última vez que Iris Saldanha, fez um trabalho bem feito junto a política?

Quando percebemos que a Câmara já está com a corda no pescoço sem ao menos ter iniciado efetivamente os trabalhos legislativos, quando percebemos que o jogo de empurra já começou e que os políticos já estão se organizando para derrubar nomes e não para fazer um bom trabalho em prol da cidade, pensamos estar efetivamente perdidos.

Quando percebemos que a prefeitura começa o ano com uma pressão de reforma administrativa que não foi feita, quando percebemos que a situação de oposição é mais forte do que o bem estar social, descobrimos que estamos perdidos, contudo estamos longe do fim.

Para falar a verdade estamos apenas no começo de 2018, já tivemos emoções para um ano inteiro, afinal foi sequestro, bomba, bope, terremoto, gasolina fiada, e ex-politico que teve seu nome impossibilitado de se eleger querendo mexer os pauzinhos para voltar a circular no meio político.

Nesta ano já tivemos traições, já tivemos alianças e já tivemos pessoas inusitadas se colocando como candidatos a uma cadeira no legislativo estadual.

Se olharmos superficialmente, sim vamos nos escabelar pensando que a situação é desesperadora, mas calma lá. Ainda não deu certo, ainda não chegou ao fim, e sinceramente, só dará certo efetivamente quando, deixarmos de lado as picuinhas e pequenices, quando deixarmos de lado o partidarismo e as raízes corruptas.

No fim dará certo afinal, uma hora vamos aprender que não é questão de imposição, é questão de posição, de trabalho. Para o Brasil dar certo, será necessários que nos posicionemos não como políticos, partidários, mas sim como verdadeiros cidadãos que valorizam e até se sacrificam para que a moral seja mantida. E já que a esperança é a ultima a morrer, fica aqui a esperança de vivermos para vermos, que seja no fim da vida, o Brasil que deu certo!

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