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Editorial

Ouvindo o que eles têm a dizer!

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Na manhã desta quinta-feira, nossa equipe de jornalismo foi até à prefeitura de Nova Serrana para apurar algumas informações e realizar uma entrevista exclusiva com o chefe do executivo, que nos atendeu e falou sobre inúmeros assuntos que você poderá conferir nas próximas edições do jornal O Popular.

Após realizar a entrevista com o Boss da administração fomos dirigidos até a sala de comunicação e lá conversávamos sobre a entrevista que faríamos em seguida, que inclusive é capa desta edição.

Durante a conversa com o secretário de comunicação Bruno Makarrão, iniciamos um período fundamental para a imprensa, começamos a ouvir o que ele tinha a dizer. E como se não fosse um momento único, afinal, em um ano de gestão praticamente nenhum vez houve um dialogo descompromissado entre o secretário e nossos profissionais, a conversa se tornou ainda mais atrativa.

Aos poucos outros secretários se aproximaram da sala e entraram despretensiosamente em nossa conversa, e o que era um bate papo entre comunicadores se tornou uma conversa descontraída com secretários.

Uanderson Timóteo secretário de Articulação Política, Marcelo Caires, de indústria e Comércio, sentaram conosco à mesa e dai surgiram pautas, risadas e pensamentos sobre o que acontece em Nova Serrana no patamar político, administrativo e social.

No bate papo ouvimos e fizemos criticas e elogios e em meio a conferência de secretários, fomos e muito bem respeitados e ainda, ficamos satisfeitos em saber que apesar de inúmeras vezes termos pensamentos que se divergem, o respeito com o profissionalismo tido por ambas as partes está acima de rinchas pessoais.

Confessamos simpatia por determinados secretários, afinal, damos a mão a palmatória e assumimos que tiramos o chapéu para o trabalho inovador realizado pela Secretaria de Esportes, incansável e corajoso da Secretaria de Saúde, e ousado da Secretaria de Industria e Comércio.

Reforçamos nossa política de denúncias, nosso comprometimento com o leitor em expor tudo aquilo que entendemos ser errado, mas deixamos claro que não temos participação política, além do fato de sermos formadores de opinião e darmos ao leitor a condição de entender o que tem ocorrido na cidade.

O que mais nos deixou espantados foi o fato da tríade de secretários afirmarem que, ainda que por muitas vezes criticamos e expomos problemas que poderiam ser tratados de outra forma, nosso trabalho tem sido salutar para o município, para a imprensa da cidade.

Ficamos ainda mais impressionados com o fato de termos percebido, talvez pela primeira vez, um trabalho sendo movido de forma mais profissional do que política, por outras partes da prefeitura, e a sensação de que nem tudo está tão perdido assim ficou evidente para este Popular.

A política e a democracia se faz com o debate, com a construção do pensamento, embasado em argumentos contundentes, que são apresentados em cenários de diversidade de opinião, nos levando a uma evolução quanto a nosso posicionamento.

Em meio aos debates que tivemos na manhã de quinta-feira com os secretários municipais, surgiu de forma bem humorada a seguinte afirmativa: “isso vai virar um editorial”. E de fato virou, mas aqui nossa posição está baseada na satisfação de termos tido talvez pela primeira vez, um debate e diálogo salutar quanto a ideias e posicionamento que guiam a cidade.

Nesse editorial vamos parafraseando nosso companheiro da imprensa Mauro Soares e “Aproveitando o ensejo… Precisamos repensar nossa cidade, mas sentimos que a forma passional com que lidamos com a politica local, ainda emperra um diálogo construtivo”.

E aqui encerramos com a certeza de que a possibilidade de se estabelecer um dialogo construtivo, ao menos com parte da prefeitura, parece ser uma diretriz que poderá ser tomada ao longo de 2018.

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