Conecte-se conosco

Colunistas

O que será o Amanhã… A Escolha…

Wellington Pimenta

Publicados

em

Quem me conhece sabe, que gosto de falar sobre tudo, desde “Causos de pescador“ até minhas lutas em defesa do meio ambiente, segurança pública e etc., mas nesta coluna, quero emitir minha simples opinião, meu ponto de vista do atual quadro frustrante que se encontra nossa política nacional, que com certeza trará grandes reflexos nas eleições que se aproximam.

Já fui candidato uma vez (a vereador) e não obtive êxito. Muitas pessoas disseram na época que eu seria bem votado. Porém não foi assim e compreendi que muita gente gosta de mim, mas não para ser político, pelo menos naquela época.

Penso que neste ramo é preciso ter um “desconfiêmentro”. Se fui pouco votado, para que candidatar de novo? Então eu por enquanto sigo a vida sem pensar em me candidatar a nada. No futuro não sei dizer, mas, atualmente não tenho pretensões.

Bem vamos lá então, mas antes quero deixar claro que este é um ponto de vista leigo, nada técnico por sinal. Nem se compara aos meus pares deste jornal que falam de política, mas como o editor me deu liberdade para escrever sobre qualquer assunto em minha coluna semanal, vamos lá.

As eleições é o maior exercício de cidadania de caráter democrático que existe em nosso país, assim nos ensinam, ela está se aproximando e envolverá os estados e as cidades, porém vivemos atualmente um tempo muito delicado, onde maus exemplos surgem a todo momento e de todos os lados.

Partidos se comprometendo cada vez mais, políticos importantes sendo desmascarados com suas mazelas, desvios de verba, de conduta e de caráter, cada dia que passa deixando as pessoas mais desanimadas e sem perspectivas de ver um país melhor, ou pelo menos se livrar dessa crise.

É uma luta de políticos pelos seus interesses e em busca de poder, dinheiro e benefícios para si.  Um país inteiro com os nervos começando a se aflorar, mesmo aqueles que se dizem não interessar por política, tem uma opinião formada e as pessoas começam a discutir, brigar por qualquer motivo e como se não bastasse ser adversários, pessoas tornam-se inimigas.

Para dificultar ainda mais as questões debatidas, qualquer comentário contraditório, torna-se alvo de denúncia, de repressão e até retaliação. Muitos perdem até empregos por pensarem diferentes.

Socialmente estamos em um momento em que se faz quase uma guerra em defesa de seus candidatos ou interesse particular, a corrida em busca de provas que inocentem ou incriminam este ou aquele.

O que podemos fazer nesse momento em relação aos acontecimentos, nós que não somos analistas políticos, entendidos no assunto, apenas entendemos mais ou menos e conseguimos fazer uma leitura muito superficial desse momento político, devemos mostrar aos outros nossos pontos de vista? Afinal, na maioria das vezes nossos pensamentos, serão engolidos e até menosprezado pelos mais entendidos, que acham que somente eles estão certos.

É difícil nos posicionarmos quando percebemos que os “cientistas e críticos políticos”, se tem por acaso seu ponto de vista contraditos, ficam a um passo de começar uma discussão e até chegar verdadeiramente as vias de fato.

Ao olharmos para os defensores partidários, percebemos que eles querem nos convencer ainda que seja por imposição de um argumento, e nesse ponto volto a dizer: onde está a democracia? Ficar calado, não se envolver, pensar que tudo isso que está acontecendo não nos atinge é a posição adequada?

Como cidadãos devemos ter muito cuidado, devemos conversar efetivamente com aqueles em quem realmente confiamos, e com eles buscar respostas sensatas e que não estejam envolvidas emocionalmente ou financeiramente com qualquer causa, partido ou candidato.

Eu particularmente acho muito pesado falar que se instalou um caos na política, no país. Pessoalmente tenho até medo dessa palavra, porque talvez seja um exagero, mas, estamos caminhando para um desconhecido futuro, com poucas expectativas e que não aparenta ser muito promissor.

O Brasil é um país gigante dividido em duas partes, “os a favor e os contras”.  A única ferramenta que temos, e que talvez seja realmente a única, é nosso voto, mas estamos perdendo a esperança de seu retorno e efetividade.

Esse investimento (seu voto) que leva toda sua esperança, sua crença em melhorar a vida, em dar alegrias e estabilidade a sua família, saúde, educação, segurança, cultura e lazer, tem se perdido.

Tenho certeza que você, que como eu e a maioria da população, se envergonha da situação generalizada de descaso com os serviços públicos, de direito e obrigatórios, previstos na constituição e que não são de graça para o povo, afinal, todos direta ou indiretamente pagam impostos para o governo, que por sua vez, tem a obrigação de dar esse retorno, que para sermos sinceros, não cumprido seu papal a contento.

Há quanto tempo a gente não vê as coisas andarem? Agora só se fala nas roubalheiras que aos poucos vai envolvendo todos os eleitos e seus parceiros, são jogadas políticas, interesseiras, capciosas.

Diante de tanta vergonha fica a pergunta: o que podemos fazer agora? O Que nos resta é mostrar toda nossa indignação com tudo isso, e como consequência devemos ficar atentos e claro, que todos tomemos muito cuidado em escolher os nossos candidatos em 2018.

WELLINGTON LINO PIMENTA é natural de Bom Despacho-MG, Sargento da reserva da Polícia Militar, residente em Nova Serrana há 33 anos, ferrenho defensor do meio ambiente, escritor, autor de 5 livros ainda não publicados; trabalhou na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, católico estudou por 4 anos o curso de teologia para leigo.Atualmente colabora na divulgação e mobilização no Consep - Conselho Comunitário de Segurança Pública .

Continue Lendo
Clique para comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Mais lidas

Copyright © 2018 Ineo Sistemas