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Editorial

Moralização a qualquer preço!

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Não adianta falarem, provocarem ou protestarem nas redes sociais, o fato é que o adesivaço em prol de Bolsonaro é sim uma ação entendida como infratora pelo sistema eleitoral e suas regras.

Para começar queremos afirmar que nossa conduta aqui não é partidária, e mais ainda, não estamos aqui para criticar em demasiado a postura dos que participaram ou executaram a ação, mas cabe a nós nesse editorial convidar vocês a uma leitura diferenciada a uma compreensão de uma linha de raciocínio que talvez para os que simpatizam com o candidato ainda não foi notada.

Caro leitor, muitos que optam por apoiar um candidato, indiferente de partido, de posicionamento político, de credo religioso, de classe social, de cor ou etnia, o fazem porque tem certas convicções que são defendidas pelo candidato em questão.

Essas convicções são reforçadas por um direcionamento ou valores que aos olhos dos que apoiam faz uma lógica e se torna o melhor a se fazer pelo interesse social ou até mesmo pessoal.

Sendo assim não cabe a mim ou a você determinar que fulano ou ciclano é melhor ou pior por ele ter um pensamento político direcionado a essas convicções.

Assim sendo, não podemos em nossa ótica, ou melhor, não devemos, acusar ou criticar os outros por defenderem candidatos A, B ou C. Não é porque alguém apoia o Lula (por mais irracional que isso possa parecer, tentar defender a inocência do Inácio), essa visão é baseada em algo que o individuo entende como positivo ou o melhor ao país.

Lula é bandido, Aécio é chefe de quadrilha, Temer é golpista, Paulo é corrupto, Joel é omisso e Euzebio, ainda não provou a que veio.

As convicções das oposições são ferrenhas e assim sendo queremos apontar uma ótica diferente para os eleitores de Bolsonaro que participaram do adesivaço.

De fato o candidato tem crescido nas pesquisas (por mais que isso seja assustador, afinal a mídia elitista nacional mostrar o crescimento dele nos traz a certeza de que algo de errado não está certo), mas esse crescimento é recorrente de uma necessidade, de um discurso moralizador trazido pelo candidato.

Aqui vamos adotar o discurso das acusações contra Bolsonaro para mostrarmos que os adesivaços são indevidos. E isso caros leitores, apontando que o discurso de Bolsonaro é constantemente atacado, focado no fato de que ele também age de forma irregular.

Ele moraliza falando de propina e os opositores tentam derrubar sua índole afirmando que ele também recebeu dinheiro lavado pelo partido. Ou seja, a moralidade do candidato vem sendo atacada. Só que quando pessoas se propõem a participarem de uma ação politiqueira de pré-candidato a deputado estadual, escondida na imagem do político, a imoralidade passa a ser também envolta no discurso do pretendente a republica.

Isso acontece amigos, porque não se pode moralizar, infringindo a lei, e como foi pontuado pela promotoria essa campanha, que aparentemente não é paga pelo deputado Bolsonaro, se caracteriza como promoção pessoal.

Entendam, se querem moralizar alguma coisa, que comecem agindo dentro das leis, ou será que como os petistas vocês também pensam que para corrigir o Brasil é necessário assumir o poder sobre qualquer preço?

Para finalizar também trazemos a reflexão para os políticos de Nova Serrana, os quais trazem e levam fofocas e intrigas diariamente em nossa cidade, e que agora estão declaradamente em pé de guerra.

Queremos lembrar a vocês que se a ideia é ter um novo tempo, é ter uma cidade diferente, é vivenciar a democracia, a base disso é a lisura e o diálogo, e esses pontos têm faltado aqui afinal, as reuniões são a portas fechadas e o que não tem faltado são homens que querem bater na mesa e mostrar que tem o poder, e isso vem acontecendo sobre qualquer preço.

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