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Briga de egos e volta aos trabalhos

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Em dezembro de 2017 a Câmara de Nova Serrana encerrou seus trabalhos em uma sessão extraordinária que aprovou o orçamento, as emendas impositivas e determinou algumas diretrizes, inclusive estabelecendo a posse da nova presidência e criação e um grupo parlamentar composto pelos vereadores que foram oposição à chapa composta pelos candidatos da base do executivo.

Alguns instantes antes no entanto passou pela reunião conjunta das Comissões Permanentes o projeto 126/2017, que foi na solenidade rejeitado pelos vereadores. Muitos justificaram que não houve tempo hábil para apreciarem a pauta e se sentiam um quanto receosos para aprovar uma ação dessa amplitude.

Outros questionaram ainda o fato de apenas um vereador ter viajado para a cidade de Juiz de Fora para dar sua perspectiva quanto a implantação da gestão compartilhada da saúde com uma OSS.

Caros leitores, apesar de entender que esse posicionamento dos vereadores poderia estar repleto de boas intenções, uma visão um pouco mais profunda do que de fato ocorria na Câmara na época, aponta que a situação não bastou de uma briga de egos, de ciúmes de pequenices que tornaram um processo que é visto inicialmente como positivo, mais demorado e com isso quem perde somos nós cidadãos de Nova Serrana.

Não senhores, os vereadores não queriam viajar, como é colocado de forma medíocre por internautas em posts referentes ao assunto, os vereadores queriam trazer para si a autoria, a palavra, o poder de ser um dos pais desse filho que tem tudo para ser um dos mais bonitos e bem feitos na história da saúde de Nova Serrana.

E isso ponderamos porque não precisa ser nenhum expert em administração municipal, nenhum letrado na web, para entendermos que uma OSS pode comprar medicamentos e equipamentos em maior escala (por administrarem muitas unidades) e assim obterem significativas economias para os cofres públicos.

A lei da oferta e demanda determina que uma maior quantidade de produtos adquiridos estabelece uma redução no valor do produto, da ao menos ao comprador maior poder de barganha em negociações e se fosse apenas por isso a cidade já sairia ganhando.

Em meio as duvidas podemos ainda questionar ao deus Google, aquele que tudo sabe. Para que os poderes desse ser mitológico da tecnologia fossem invocados, bastava apenas que os edis investissem cinco minutos do seu dia e fizessem uma pesquisa, digitando letrinhas na página da sabedoria e inúmeros casos, relatados inclusive por veículos de comunicação fossem expostos.

Contudo a precaução é bem vinda, desde que ela não venha com a dor de cotovelo daqueles que investiram seu tempo tramando quais cargos ganhariam com seu apoio a mesa diretora, e em vez disso tivessem investido esse mesmo precioso tempo na construção de propostas estudo das pautas que chegariam a mesa.

Após os egos serem satisfeitos, por volta do dia 05 de fevereiro a casa do legislativo voltará a ativa com as sessões ordinárias. Contudo espera-se que antes mesmo deste dia tão esperado, os vereadores sigam o chamado da vossa senhoria presidente da casa e realizem assim ao menos uma sessão extraordinária, onde esperamos que pautas como essa sejam pleiteadas o quanto antes.

Nos bastidores contudo o trabalho já vem sendo feito para que os nomes dos cargos barganhados pelo apoio a presidência sejam preenchidos, para que os cargos junto as comissões permanentes sejam determinados e para que os interesses pessoais voltem a ser mascarados com o velho jargão: “Estamos aqui para que a vontade e o bem estar da população seja cumprido”.

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